REsp 2217296 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido porque o recorrente não indicou com precisão as violações de dispositivos federais nem demonstrou divergência jurisprudencial nos termos legais, e porque a matéria decidida pelo Tribunal de origem está em conformidade com a jurisprudência consolidada do STJ segundo a qual o...
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- Parties
- Recorrente/autor: Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência de Goiás e Tocantins (SINTFESP-GO/TO); Recorrido/réu: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 August 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão De Não Conhecimento)
- Outcome
- Não conheço do recurso especial
- Legal Topics
- Prescrição Do Fundo De Direito, Progressão Funcional E Promoção, Reenquadramento/reenquadramento Funcional, Omissão/embargos De Declaração, Dissídio Jurisprudencial
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Parties
Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência de Goiás e Tocantins (SINTFESP-GO/TO)
Recorrente/autor
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
Recorrido/réu
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão De Não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 aplicabilidade do interstício de 18 meses previsto na Lei 11.501/2007 antes da edição do regulamento
- 2 se o reenquadramento/enquadramento funcional constitui ato único de efeitos concretos ou relação de trato sucessivo (consequência para prescrição)
- 3 alegada omissão sob o art. 1.022 do CPC
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido porque o recorrente não indicou com precisão as violações de dispositivos federais nem demonstrou divergência jurisprudencial nos termos legais, e porque a matéria decidida pelo Tribunal de origem está em conformidade com a jurisprudência consolidada do STJ segundo a qual o reenquadramento/enquadramento funcional é ato único de efeitos concretos, implicando prescrição sobre o próprio fundo de direito.
Court Disposition
Não conheço do recurso especial
Orders
- Determino a majoração dos honorários advocatícios previamente fixados pelas instâncias de origem em desfavor da parte recorrente, no importe de 1% sobre o valor já fixado, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil, observados os limites aplicáveis e a concessão de gratuidade judicial, se for o caso.
- Publique-se.
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1 paragraphs
DECISÃO Trata-se de recurso especial interposto pelo Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência de Goiás e Tocantins (SINTFESP-GO/TO) com fundamento no art. 105, III, a e c, da Constituição Federal, e art. 1.029 e seguintes do Código de Processo Civil. Na origem, o SINTFESP-GO/TO, em 27/8/2015, ajuizou ação ordinária contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), buscando a revisão do posicionamento funcional dos seus substituídos, com aplicação do interstício de 12 meses para progressão, e o pagamento das diferenças remuneratórias decorrentes do reposicionamento. Deu-se, à causa, o valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais). Após sentença que julgou improcedente o pedido, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou provimento à apelação, conforme a seguinte ementa: ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. CARREIRA DO SEGURO SOCIAL. PROGRESSÃO FUNCIONAL E PROMOÇÃO. SUCESSÃO LEGISLATIVA. PRAZO AUMENTADO DE 12 PARA 18 MESES. AUSÊNCIA DE ATO REGULAMENTAR. PRESCRIÇÃO. OCORRÊNCIA. TERMO INICIAL DO PRAZO PRESCRICIONAL. EDIÇÃO DA LEI N. 11.501/2007. DEMANDA AJUIZADA APÓS O TERMO FINAL DO PRAZO. SENTENÇA MANTIDA POR FUNDAMENTO DIVERSO. 1. Consoante já pacificado pela TNU no PEDILEF 50584992620134047100, tem-se que até a vigência da Lei 11.501/07, a progressão funcional e a promoção dentro da carreira do seguro social estavam sujeitas a interregno de 12 (doze) meses, o que decorria das leis que regiam a matéria (Lei 10.855/2004) e do antigo Decreto 84.669/80, que seguiu regulamentando a matéria. A propósito, o referido Decreto previa prazos de 12 ou 18 meses, a depender do conceito alcançado pelo servidor na avaliação (art. 6º). Contudo, como as leis novas editadas a partir de 2001 (Lei 10.355/01) previam apenas 12 meses, apenas esse prazo prevaleceu, o que decorre da hierarquia normativa, dado que o decreto é norma subsidiária. 2. Com o advento da Lei 11.501/07, que alterou a Lei 10.855/04, o prazo para tais ascensões na carreira subiu para 18 (dezoito) meses, havendo, todavia, referência à necessidade de regulamentação dos critérios de ascensão. A questão versada no recurso diz respeito à aplicação desse prazo antes do advento do regulamento que estabelecerá os critérios de concessão de progressão funcional e promoção a que faz referência o art. 8º da Lei 11.505/07. A teor das razões do INSS, a simples previsão legal do prazo de 18 meses já seria suficiente à auto-aplicabilidade do dispositivo, independentemente da regulamentação mencionada em Lei.2 3. Ato do Poder Executivo regulamentará os critérios de concessão de progressão funcional e promoção de que trata o art. 7o desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 11.501, de 2007)". Da leitura do dispositivo, depreende-se que a aquisição do direto à progressão funcional/promoção não depende apenas do interstício de dezoito meses, mas também de outros requisitos, todos a serem devidamente especificados por regulamento. . Dispõe o art. 8º da Lei 10.855/2004 que "Art. 8o3 4. O caput do art. 9º desta mesma Lei, em sua redação atual, prorroga a aplicação da Lei 5.645/70 até a regulamentação dos novos critérios, nos seguintes termos "Art. 9o Até que seja editado o regulamento a que se refere o art. 8o desta Lei, as progressões funcionais e promoções cujas condições tenham sido implementadas serão concedidas observando-se, no que couber, as normas aplicáveis aos servidores do Plano de Classificação de Cargos de que trata a Lei no 5.645, de 10 de dezembro de 1970. (Redação dada pela Lei nº 12.269, de 2010)". 5. O interstício de 18 (dezoito) meses de efetivo exercício para a progressão funcional e para a promoção, conforme estabelecido na alínea a dos incisos I e II do § 1o deste artigo, será: (Redação dada pela Lei nº 11.501, de 2007). I - computado a contar da vigência do regulamento a que se refere o art. 8o desta Lei; (Incluído pela Lei nº 11.501, de 2007)". . Por fim, o art. 7º, §2º da Lei 10.855/2004, prevê expressamente que: "§ 2o5 6. A própria lei condicionou o início da contagem do novo interstício à vigência do regulamento, não sendo possível a sua aplicação de imediato, como vem fazendo o INSS, porquanto a lei impôs uma condição sine qua non para aplicação do interstício de 18 (dezoito) meses - a vigência do regulamento - sem a qual resta inexeqüível a nova exigência.6 7. Na hipótese como a progressão funcional que a parte autora julga ter sido realizada de maneira equivocada ocorreu em virtude da edição da Lei n. 11.501/2007, a lesão ao seu direito restou patente e o prazo prescricional começou a fluir a partir do dia 12 de julho de 2007, data em que a supracitada lei entrou em vigor, com a determinação de observância do interstício de 18 meses para os fins de progressão/promoção. Tendo sido a presente demanda ajuizada em 27 de agosto de 2015, resta clara a ocorrência da prescrição do fundo do direito 8. Apelação desprovida. Os embargos de declaração opostos foram rejeitados. Contra o acórdão, o SINTFESP-GO/TO interpôs o presente recurso especial, apontando negativa de vigência ao art. 1.022 do CPC, e nulidade nos termos dos arts. 489, § 1º, III, IV, VI, do CPC, arts. 1º e 3º do Decreto n. 20.910/1932, arts. 223, 927 e 1.013 do CPC, Lei n. 11.501/2007, Lei n. 10.855/2004, Lei n. 10.355/2001, Lei n. 5.645/1970 regulamentada pelo Decreto n. 84.669/1980, Lei n. 13.324/2016; divergência jurisprudencial; contrariedade ao Enunciado Sumular n. 85 do STJ e precedente qualificado. Sustenta, em síntese, que o acórdão não enfrentou todos os argumentos capazes de infirmar a conclusão adotada, especialmente quanto à renúncia à prescrição com a edição da Lei n. 13.324/2016, e ofensa ao art. 3º do Decreto n. 20.910/1932, argumentando que a progressão funcional é uma relação de trato sucessivo, devendo ser aplicada apenas a prescrição quinquenal. Apresentadas contrarrazões pela manutenção do acórdão recorrido. É o relatório. Decido. Em relação à alegada violação do art. 1.022 do CPC, verifica-se que o recorrente limitou-se a afirmar, em linhas gerais, que o acórdão recorrido incorreu em omissão ao deixar de se pronunciar acerca de todos os argumentos capazes de infirmar a conclusão adotada, fazendo-o de forma genérica, sem desenvolver argumentos para demonstrar de que forma houve a alegada violação, pelo Tribunal de origem, dos dispositivos legais indicados pelo recorrente. Incidência do Enunciado Sumular n. 284 do STF. Nesse sentido: REsp n. 2.133.516/PR, relator Ministro Afrânio Vilela, Segunda Turma, julgado em 20/5/2025, DJEN de 28/5/2025; AgInt no REsp n. 2.185.875/SC, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, julgado em 21/5/2025, DJEN de 26/5/2025; AgInt no REsp n. 2.182.366/DF, relatora Ministra Maria Thereza de Assis Moura, Segunda Turma, julgado em 14/5/2025, DJEN de 20/5/2025. A competência deste Tribunal Superior, na via do recurso especial, encontra-se vinculada à interpretação e à uniformização do direito infraconstitucional federal. Nesse contexto, impõe-se não apenas a correta indicação dos dispositivos legais federais supostamente contrariados pelo Tribunal de origem, mas também a delimitação da violação da matéria insculpida nos regramentos indicados, para que, assim, seja viabilizado o necessário confronto interpretativo e, consequentemente, o cumprimento da incumbência constitucional revelada com a uniformização do direito infraconstitucional sob exame. Dessa forma, verificado que o recorrente deixou de indicar com precisão quais os dispositivos legais que teriam sido violados, apresenta-se evidente a deficiência do pleito recursal, atraindo o teor do Enunciado Sumular n. 284 do STF. Quanto ao dissídio jurisprudencial viabilizador do recurso especial pela alínea c do permissivo constitucional, verifica-se que não foi demonstrado nos moldes legais, pois, além da ausência do cotejo analítico e de não ter apontado qual dispositivo legal recebeu tratamento diverso na jurisprudência pátria, não ficou evidenciada a similitude fática e jurídica entre os casos colacionados que teriam recebido interpretação divergente pela jurisprudência pátria. Para a caracterização da divergência, nos termos do art. 1.029, § 1º, do CPC e do art. 255, §§ 1º e 2º, do RISTJ, exige-se, além da transcrição de acórdãos tidos por discordantes, a indicação de dispositivo legal supostamente violado, a realização do cotejo analítico do dissídio jurisprudencial invocado, com a necessária demonstração de similitude fática entre o aresto impugnado e os acórdãos paradigmas, assim como a presença de soluções jurídicas diversas para a situação, sendo insuficiente, para tanto, a simples transcrição de ementas, como no caso. Nesse sentido: AgInt no AREsp n. 2.788.175/MA, relator Ministro Afrânio Vilela, Segunda Turma, julgado em 18/6/2025, DJEN de 26/6/2025. AgInt nos EDcl no REsp n. 2.082.622/RS, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, julgado em 18/6/2025, DJEN de 25/6/2025. AgInt no AREsp n. 2.578.117/RN, relatora Ministra Maria Thereza de Assis Moura, Segunda Turma, julgado em 7/10/2024, DJe de 14/10/2024. Ademais, quanto à prescrição do fundo do direito, o Tribunal de origem decidiu o caso sob análise conforme a jurisprudência deste Tribunal Superior: o enquadramento ou reenquadramento de servidor público constitui ato único de efeitos concretos que não caracteriza relação de trato sucessivo, de modo que a prescrição incide sobre o próprio fundo de direito. Aplica-se, portanto, o Enunciado Sumular n. 83 do STJ: "Não se conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida." No mesmo sentido do acórdão recorrido, destaca-se: AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. SERVIDOR PÚBLICO. REENQUADRAMENTO FUNCIONAL. PRESCRIÇÃO DO FUNDO DE DIREITO. OCORRÊNCIA. ARGUIÇÃO DE NECESSIDADE DE VALORAÇÃO PROBATÓRIA E EQUIPARAÇÃO SALARIAL. IMPOSSIBILIDADE. INCIDÊNCIA DAS SÚMULAS 7/STJ E 280/STF. VIOLAÇÃO À NORMA CONSTITUCIONAL. NÃO CABIMENTO EM SEDE DE RECURSO E SPECIAL. 1. Em recurso especial não cabe invocar violação à norma constitucional, razão pela qual o presente apelo não pode ser conhecido relativamente à apontada ofensa aos arts. 5º, XXXV, LV, LVI, e 93, IX, da Constituição Federal. 2. Nos termos da jurisprudência deste Tribunal, o enquadramento ou reenquadramento de servidor público constitui ato único de efeitos concretos que não caracteriza relação de trato sucessivo, de modo que a prescrição incide sobre o próprio fundo de direito. .. (AgInt no AREsp n. 2.177.921/RJ, relator Ministro Sérgio Kukina, Primeira Turma, julgado em 26/6/2023, DJe de 29/6/2023.) PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. GRATIFICAÇÃO DE AÇÃO POLICIAL. EXTINÇÃO POR LEI ESTADUAL. ATO ÚNICO DE EFEITOS CONCRETOS. PRESCRIÇÃO DO FUNDO DE DIREITO. 1. O STJ consolidou o entendimento de que, em se tratando de ato de efeito concreto, supressor da vantagem recebida pelo servidor, ocorre prescrição do próprio fundo de direito, e a contagem do prazo prescricional inicia-se a partir do momento da publicação do ato em que a vantagem foi suprimida, não havendo falar em relação de trato sucessivo. 2. Agravo Interno não provido. (AgInt no AREsp n. 2.047.492/AL, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, julgado em 15/12/2022, DJe de 19/12/2022.) PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVO INTERNO. SERVIDOR PÚBLICO. GRATIFICAÇÃO DE ATIVIDADE POLICIAL. EXTINÇÃO POR LEI ESTADUAL. VIOLAÇÃO DOS ARTS. 489 E 1.022 DO CPC/2015. NÃO OCORRÊNCIA. ATO ÚNICO DE EFEITOS CONCRETOS. SÚMULAS 7 E 211/STJ; 280, 283 E 284/STF. INCIDÊNCIA. 1. Trata-se de Agravo Interno contra decisão que conheceu do Agravo para não conhecer do Recurso Especial devido à ausência de afronta aos arts. 489 e 1.022 do CPC e incidência das Súmulas 7 e 211/STJ; 280, 283 e 284/STF. 2. Correta a rejeição dos Embargos de Declaração ante a inexistência de omissão, contradição ou obscuridade a serem sanadas. Por conseguinte, deve-se concluir não ter havido ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015. 3. A questão controvertida nos autos foi solucionada, pelo Tribunal de origem, com fundamento na interpretação da legislação local (Leis estaduais 5.247/1991, 5.813/1996, 6.276/2001 e 6.682/2006). Logo, a revisão do aresto, na via eleita, encontra óbice na Súmula 280 do STF. 4. Ainda que fosse possível superar os fundamentos do decisum presidencial, a irresignação não mereceria acolhida. Com efeito, apresenta-se pacífico, no Superior Tribunal de Justiça, o entendimento segundo o qual a prescrição atinge o próprio fundo de direito nos casos em que servidores pleiteiam a configuração ou o restabelecimento de situação jurídica em virtude de alteração legislativa. 5. Agravo Interno não provido. (AgInt no AREsp n. 2.075.165/AL, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, julgado em 15/8/2022, DJe de 22/8/2022.) PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO E DE ERRO MATERIAL. INEXISTENTE. ACÓRDÃO RECORRIDO EM CONSONÂNCIA COM A JURISPRUDÊNCIA DESTA CORTE. .. IX - O acórdão recorrido encontra-se em consonância com o entendimento firmado pelo Superior Tribunal de Justiça no sentido de que o enquadramento ou reenquadramento de servidor público constitui ato único de efeitos concretos que não caracteriza relação de trato sucessivo, de modo que a prescrição incide sobre o próprio fundo de direito. Confira-se: AgRg no REsp 1.528.387/MT, Rel. Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, julgado em 16/6/2015, DJe 23/6/2015. X - Agravo interno improvido. (AgInt no AREsp n. 1.359.852/MG, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, julgado em 6/5/2020, DJe de 11/5/2020.) Ressalte-se que o teor do referido enunciado aplica-se, inclusive, aos recursos especiais interpostos com fundamento na alínea a do permissivo constitucional. Ante o exposto, com esteio no art. 255, § 4º, I, do RISTJ, não conheço do recurso especial. Determino a majoração dos honorários advocatícios previamente fixados pelas instâncias de origem em desfavor da parte recorrente, no importe de 1% sobre o valor já fixado, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil, observados, se aplicáveis: i. os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do já citado dispositivo legal; ii. a concessão de gratuidade judiciária. Publique-se. Intime-se. EMENTA