REsp 2177195 - DECISAO
O recurso não merece provimento porque a análise dos fatos demonstra que o recorrente é coproprietário responsável solidariamente pelo débito, a pretensa nulidade da CDA e erro na base de cálculo exigiriam reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ, e a prescrição intercorrente foi afastada pelo tribunal a quo em razão da demora imputável ao aparelho judiciário, nos termos da Súmula 106/STJ e do entendimento consolidado sobre a contagem da prescrição em REsp 1.340.553/RS; ademais, questões decididas à luz de norma municipal são inviáveis de exame nesta Corte (Súmula 280/STF).
- Parties
- Recorrente (executado): REGINALDO MANSUR TEIXEIRA; Recorrido (exequente): Município de Curitiba
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 October 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Conhecimento Parcial E Negação De Provimento (decisão Monocrática)
- Outcome
- Conheço parcialmente do Recurso Especial e nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Prescrição Intercorrente, Nulidade Da Certidão De Dívida Ativa (cda), Ilegitimidade Passiva, Litisconsórcio Passivo Necessário, Responsabilidade Solidária De Coproprietários, IPTU, Contagem Do Prazo Prescricional, Súmula 7/stj, Súmula 106/stj, Súmula 280/stf
Case Brief
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Parties
REGINALDO MANSUR TEIXEIRA
Recorrente (executado)
Município de Curitiba
Recorrido (exequente)
Procedural Posture
Recurso Especial / Conhecimento Parcial E Negação De Provimento (decisão Monocrática)
Legal Issues
- 1 Nulidade do lançamento tributário e da CDA por erro na base de cálculo e na determinação do sujeito passivo (alegação de que o recorrente é proprietário de apenas 50% do imóvel)
- 2 Ilegitimidade passiva e necessidade de litisconsórcio passivo com coproprietários/terceiros
- 3 Ocorrência ou não de prescrição intercorrente e contagem do prazo prescricional em execução fiscal
Ratio Decidendi
O recurso não merece provimento porque a análise dos fatos demonstra que o recorrente é coproprietário responsável solidariamente pelo débito, a pretensa nulidade da CDA e erro na base de cálculo exigiriam reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ, e a prescrição intercorrente foi afastada pelo tribunal a quo em razão da demora imputável ao aparelho judiciário, nos termos da Súmula 106/STJ e do entendimento consolidado sobre a contagem da prescrição em REsp 1.340.553/RS; ademais, questões decididas à luz de norma municipal são inviáveis de exame nesta Corte (Súmula 280/STF).
Court Disposition
Conheço parcialmente do Recurso Especial e nego-lhe provimento.
Orders
- Publique-se e intimem-se.
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