AREsp 2529130 - DECISAO

AREsp 2529130 - DECISAO

Conheceu-se do agravo mas não se conheceu do recurso especial porque a primeira alegação foi formulada de modo genérico, atraindo o óbice da Súmula 284 do STF, e a segunda tese não foi prequestionada pela corte de origem; ademais, o acolhimento da pretensão exigiria reexame do acervo fático-probatório (Súmula 7/STJ), sendo que o Tribunal de origem já reconheceu a validade do instrumento de ratificação de vendas e a aquisição de 19 unidades pelos agravados, com sentença transitada em julgado que preservou esses direitos.

Parties
Agravante: LUIZ ASADA; Agravante: OUTRO; Agravado: RECORRIDOS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
08 February 2024
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Topics
Prestação De Contas, Ilegitimidade Ativa, Prequestionamento, Súmula 284/stf, Súmula 7/stj, Reexame De Prova, Art. 122, III, Lei N. 6.404/76, Art. 550 Do CPC

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

LUIZ ASADA

Agravante

OUTRO

Agravante

RECORRIDOS

Agravado

Procedural Posture

Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial

  1. 1 alegação de violação do art. 550 do CPC
  2. 2 alegação de violação do art. 122, III, da Lei n. 6.404/76 quanto à ilegitimidade ativa para exigir contas
  3. 3 aplicabilidade da Súmula n. 284/STF por fundamentação genérica

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo mas não se conheceu do recurso especial porque a primeira alegação foi formulada de modo genérico, atraindo o óbice da Súmula 284 do STF, e a segunda tese não foi prequestionada pela corte de origem; ademais, o acolhimento da pretensão exigiria reexame do acervo fático-probatório (Súmula 7/STJ), sendo que o Tribunal de origem já reconheceu a validade do instrumento de ratificação de vendas e a aquisição de 19 unidades pelos agravados, com sentença transitada em julgado que preservou esses direitos.