REsp 1841580 - ACORDAO
Não conhecer do agravo interno porque o agravante não impugnou de forma específica e dialética os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, em desacordo com o art. 1.021, §1º do CPC e o princípio da dialeticidade, atraindo a aplicação das Súmulas 182/STJ e 283/284 do STF; além disso, a decisão...
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- Parties
- Agravante: ESTADO DO AMAZONAS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Decisão De Não Conhecimento Do Agravo Interno
- Outcome
- Agravo interno não conhecido (por unanimidade).
- Legal Topics
- Princípio Da Dialeticidade, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 182/stj, Súmula 283/stf, Súmula 284/stf, Procedimento De Protesto Judicial, Art. 724 Do CPC
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Parties
ESTADO DO AMAZONAS
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Decisão De Não Conhecimento Do Agravo Interno
Legal Issues
- 1 ausência de impugnação específica aos fundamentos da decisão agravada
- 2 incidência do princípio da dialeticidade
- 3 afastamento da pretensão por aplicação das Súmulas 283 e 284/STF
Ratio Decidendi
Não conhecer do agravo interno porque o agravante não impugnou de forma específica e dialética os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, em desacordo com o art. 1.021, §1º do CPC e o princípio da dialeticidade, atraindo a aplicação das Súmulas 182/STJ e 283/284 do STF; além disso, a decisão apontou que o procedimento de protesto judicial não se encerra por sentença, afastando a alegada violação do art. 724 do CPC.
Court Disposition
Agravo interno não conhecido (por unanimidade).
Orders
- Não conhecer do agravo interno.
- Prevenir as partes de que eventual recurso manifestamente inadmissível, protelatório ou improcedente poderá acarretar condenação às penalidades dos arts. 1.021, §4º, e 1.026, §2º, do CPC/2015.
Full Case Text
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2 paragraphs
ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da SEGUNDA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 21/08/2025 a 27/08/2025, por unanimidade, não conhecer do recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Francisco Falcão, Maria Thereza de Assis Moura, Marco Aurélio Bellizze e Teodoro Silva Santos votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Afrânio Vilela. EMENTA TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO AOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO AGRAVADA. DESCUMPRIMENTO DO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE. ARTS. 932, III, E 1.021, § 1º, DO CPC. SÚMULA 182/STJ. AGRAVO INTERNO NÃO CONHECIDO. 1. Em consonância com o princípio da dialeticidade, incumbe ao agravante a obrigação de demonstrar, com argumentação sólida e fundamentada, o equívoco na decisão que não admitiu o recurso especial 2. Nos termos do art. 1.021, § 1º, do CPC/2015; e da Súmula 182/STJ, o agravante deve infirmar, nas razões do agravo interno, os fundamentos da decisão impugnada, sob pena de não se conhecer do seu recurso. 3. Agravo interno não conhecido.
RELATÓRIO MINISTRO AFRÂNIO VILELA: Em análise, agravo interno interposto pelo ESTADO DO AMAZONAS contra a decisão que não conheceu do seu recurso especial, em razão da aplicação das Súmulas 283/STF e 284/STF. A parte agravante argumenta , em síntese, que "o Recurso Especial é cristalino quanto à violação ao Art. 724 do CPC" (fl. 325) e que "o Juízo singular proferiu uma Sentença (substancial, formal e até nomeada de tal forma pelo próprio Juízo) para encerrar a fase de conhecimento da Ação de Protesto. A Fazenda Estadual interpôs, logicamente e segundo os ditames da Lei nº 13.105 Código de Processo Civil" (fl. 326). Por fim, pugna pela reconsideração da decisão agravada ou pelo provimento do agravo interno pelo Colegiado. Impugnação da parte agravada pelo não provimento do recurso às fls. 332-336. É o relatório. EMENTA TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO AOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO AGRAVADA. DESCUMPRIMENTO DO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE. ARTS. 932, III, E 1.021, § 1º, DO CPC. SÚMULA 182/STJ. AGRAVO INTERNO NÃO CONHECIDO. 1. Em consonância com o princípio da dialeticidade, incumbe ao agravante a obrigação de demonstrar, com argumentação sólida e fundamentada, o equívoco na decisão que não admitiu o recurso especial 2. Nos termos do art. 1.021, § 1º, do CPC/2015; e da Súmula 182/STJ, o agravante deve infirmar, nas razões do agravo interno, os fundamentos da decisão impugnada, sob pena de não se conhecer do seu recurso. 3. Agravo interno não conhecido. VOTO MINISTRO AFRÂNIO VILELA (Relator): O agravo interno não merece prosperar, pois ausentes argumentos hábeis a alterar os fundamentos da decisão ora agravada. Com vistas a melhor elucidar o caso, transcrevo trecho da decisão agravada (fls. 314-316): Cuida-se de recurso especial interposto pelo Estado do Amazonas que aponta violação ao art. 724 do CPC pelo acórdão recorrido, porque não conheceu da apelação interposta em sede de ação cautelar de protesto judicial. O recurso especial busca a anulação do acórdão recorrido, alegando violação ao artigo 724 do Código de Processo Civil, que prevê que da sentença cabe apelação. Inicialmente, cumpre destacar que o Superior Tribunal de Justiça não está subordinado ao juízo prévio de admissibilidade proferido pelo Tribunal de origem, haja vista a verificação dos pressupostos do recurso estar sujeita a duplo controle. Os argumentos invocados pelo agravante não demonstram como o acórdão recorrido violou o art. 724 do CPC, o que importa na inviabilidade do recurso especial ante a incidência da Súmula n. 284/STF. Ademais, o recurso não impugnou o fundamento de que não há sentença no procedimento cautelar de protesto, por se tratar de procedimento especial, de jurisdição voluntária, apesar do magistrado de primeiro grau ter se utilizado dessa nomenclatura (fl. 262): Ocorre que, seja em face ao que se entendia quando vigia o CPC/73, seja em consideração à sistemática atual, o procedimento de protesto judicial, ou o de notificação e interpelação atual, não tem ou nunca teve a aptidão de ser encerrado por sentença. Em outras palavras, a dicção do art. 724 do CPC/15 no sentido de que sentença cabe apelação não é previsão absoluta, pois se aplica somente no que couber aos procedimentos regulados nas seções seguintes, art. 725, parágrafo único do CPC, dentre os quais está os procedimentos relativos à notificação e interpelação que, por sua vez, disciplinam, também, no que couberem, o protesto judicial. Diante disto, seja na perspectiva material do instituto, seja na ótica formal (inexistência de previsão legal), parece-me que, nos procedimentos de notificação e interpelação, não cabe sentença. Se eventualmente esta denominação consta no corpo do ato decisório, como é cediço, isto não tem o condão de definir a sua natureza jurídica. Com certeza, não há quem defenda que despachos não possuam conteúdo decisório e, portanto, impossíveis de recorribilidade por Agravo de Instrumento- se presentes as hipóteses do art. 1.015 do CPC/15 - pelo simples fato do ato judicial ser denominado como despacho. Na monocrática recorrida, assentou-se o entendimento de que, a fim de caber apelação, nem todos os procedimentos especiais de extinção voluntária são extintos por sentença, justamente porque sentença não é o ato judicial que resolve estes procedimentos, conforme se extrai do art. 725, parágrafo único, do CPC/15. A existência de apelação é intrínseca ao fato de sentença também existir. Em termos materiais, na essência dos institutos, um não existe sem o outro. Dal que, na decisão, ao menos levando em consideração o texto expresso em lei, discorreu-se que os procedimentos que são encerrados por sentença são, pelo que se consta, o de (a) de herança jacente que declara a vacância da herança, segundo o art. 743, §2º, do CPC/15, (b) o de interdição, conforme o art. 754 do CPC/15 e (c) o de ratificação de protestos marítimos e dos processos testemunháveis formados a bordo, na forma do art. 770 do CPC/15. A parte se limita a afirmar que "Tanto formalmente como substancialmente trata-se de um sentença" (fl. 277), sem efetivamente desconstituir os argumentos esposados no acórdão recorrido, em violação ao princípio da dialeticidade. É pacífica a jurisprudência desta Corte no sentido de que a Súmula n. 283/STF prestigia o princípio da dialeticidade, por isso não se limita ao recurso extraordinário, também incidindo, por analogia, ao recurso especial e ao recurso ordinário, quando o interessado não impugna, especificamente, fundamento suficiente para a manutenção do acórdão recorrido. Nesse sentido: AgInt no RMS 49.015/PR, relator Ministro Gurgel de Faria, Primeira Turma, julgado em 29/11/2021, DJe 17/12/2021; e AgInt no RMS n. 68.676/AC, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, julgado em 7/11/2023, DJe de 17/11/2023. A ausência de impugnação específica, nas razões do recurso especial, de fundamento autônomo e suficiente à manutenção do acórdão recorrido atrai, por analogia, os óbices das Súmulas n. 283 e n. 284/STF. Da análise da decisão agravada, que aplicou as Súmulas 283/STF e 284/STF, verifica-se que o agravante não se debruçou para impugnar especificamente os seus fundamentos, apenas colacionando trecho do recurso especial que já havia sido analisado. Nas razões do agravo interno, a parte deixou de atacar, de forma dialética, os fundamentos mencionados. A parte agravante, ao interpor seu recurso, não buscou desconstituir, de maneira específica e adequada, os entraves sumulares que se opõem à sua pretensão. É imperativo, conforme a jurisprudência e a doutrina, que o recorrente, ao desafiar a decisão judicial, deve enfrentar e refutar, de forma cabal, todos os fundamentos que sustentam o julgado impugnado, sob pena de sua manutenção. Nesse contexto, conforme estabelecido pelos arts. 932, III, do Código de Processo Civil de 2015; e 253, I, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça, e em consonância com o princípio da dialeticidade, incumbe ao agravante demonstrar, com argumentação sólida e fundamentada, o equívoco na decisão que não admitiu o recurso especial. Nos termos do art. 1.021, § 1º, do CPC/2015; e da Súmula 182/STJ, o agravante deve infirmar, nas razões do agravo interno, os fundamentos da decisão impugnada, sob pena de não ser conhecido o seu recurso. No caso em tela, observa-se a ausência de combate à fundamentação utilizada pela decisão monocrática, impondo-se a incidência da Súmula 182/STJ. Com igual entendimento: AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL. NÃO IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA DOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO AGRAVADA. INCIDÊNCIA DA SÚMULA N. 182 DO STJ. .. AGRAVO NÃO CONHECIDO. .. 6. Não é possível, em recurso especial, afastar as premissas fáticas fixadas no acórdão de origem com base nos elementos de prova produzidos nos autos pelas partes. Incidência da Súmula n. 7 do STJ. 7. A reiteração de argumentos apresentados nas razões do recurso especial não atende aos pressupostos de admissibilidade do agravo interno, cujas razões devem rebater de, forma clara e objetiva, os fundamentos da decisão agravada. 8. Agravo interno não conhecido (AgInt no REsp 1.982.596/MA, relator Ministro João Otávio de Noronha, Quarta Turma, julgado em 10/9/2024, DJe de 23/9/2024, grifo nosso). AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL. DECISÃO AGRAVADA. FUNDAMENTO. IMPUGNAÇÃO. AUSÊNCIA. SÚMULA N. 182 DO STJ. ART. 1032 DO CPC. INAPLICABILIDADE. AGRAVO INTERNO NÃO CONHECIDO. 1. Inexistente insurgência concreta contra a fundamentação da decisão que não conheceu do recurso especial, incide a Súmula n. 182 do STJ. 2. Inviável a aplicação do art. 1.032 do Código de Processo Civil, pois, embora o acórdão de origem esteja assentado em fundamento constitucional, nas razões de recurso especial, a Recorrente delimitou, se forma expressa, que sua irresignação se referia a eventual violação da legislação infraconstitucional. Além disso, tendo havido a interposição de recurso extraordinário, dirigido ao Pretório Excelso, é desnecessária a aplicação do dispositivo em comento. 3. Agravo interno não conhecido (AgInt nos EDcl no AREsp 2.375.261/RS, relator Ministro Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, julgado em 9/9/2024, DJe de 11/9/2024, grifo nosso). AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL. DECISÃO AGRAVADA. FUNDAMENTO. IMPUGNAÇÃO. AUSÊNCIA. SÚMULA N. 182 DO STJ. ART. 932, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CPC. INAPLICABILIDADE. RECURSO INTERNO. CORREÇÃO DAS DEFICIÊNCIAS DA FUNDAMENTAÇÃO DO APELO NOBRE. INVIABILIDADE. PRECLUSÃO CONSUMATIVA. MÉRITO DA PRETENSÃO RECURSAL. ANÁLISE. DESCABIMENTO. JUÍZO DE ADMISSIBILIDADE DO RECURO NÃO ULTRAPASSADO. AGRAVO INTERNO NÃO CONHECIDO. 1. Inexistente insurgência concreta contra a fundamentação da decisão que não conheceu do recurso especial, incide a Súmula n. 182 do STJ. 2. Consoante pacífica jurisprudência desta Corte, a abertura de prazo de que trata o art. 932, parágrafo único, do Código de Processo Civil, aplica-se apenas às hipóteses de vícios sanáveis. Não se presta como oportunidade para que o Recorrente altere a própria fundamentação do recurso já interposto, pois a correta exposição da controvérsia é ônus que incumbe à Parte e, além disso, incide a preclusão consumativa, não sendo possível a complementação das razões recusais. 3. Dada a preclusão consumativa, é inexequível corrigir, no agravo interno, a fundamentação deficiente do recurso especial. 4. O juízo de admissibilidade precede o exame do mérito da pretensão recursal. Assim, não tendo sido conhecido o apelo nobre, é incabível a análise do mérito do recurso, sem que se possa falar em omissão ou negativa de prestação jurisdicional. 5. Agravo interno não conhecido (AgInt no REsp 2.072.210/SP, relator Ministro Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, julgado em 17/6/2024, DJe de 20/6/2024, grifo nosso). PROCESSUAL CIVIL E AMBIENTAL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. UNIDADE DE CONSERVAÇÃO. ART. 11 DA LEI 9.985/2000. OCUPAÇÃO DE ÁREA PÚBLICA AMBIENTALMENTE PROTEGIDA. PARQUE ESTADUAL CAVERNA DO DIABO, INCLUSIVE COM DESFORÇO IMEDIATO. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO ESPECIFICADA DA DECISÃO AGRAVADA. SÚMULA 182 DO STJ. 1. A decisão monocrática não merece reforma. Incidência das Súmulas 7/STJ, 182/STJ e 280/STF. No presente Recurso, o agravante deixa de observar a determinação do art. 1.021, § 1º, do CPC/2015, pois não refutou os fundamentos da decisão recorrida. Nada tratou sobre a incidência da Súmula 182 do STJ. .. 3. Agravo Interno não conhecido (AgInt no AREsp 2.195.590/SP, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, julgado em 27/5/2024, DJe de 5/6/2024, grifo nosso). Além disso, a recorrente parece confundir o juízo de admissibilidade do recurso especial com o exame de mérito da irresignação recursal. Como se sabe, aquele precede este. Logo, não tendo sido conhecido o apelo nobre, é incabível o exame do mérito das matérias veiculadas no recurso especial não admitido. Ilustrativamente: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. PREVIDENCIÁRIO. IRSM. EXECUÇÃO INDIVIDUAL DE SENTENÇA COLETIVA. PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO EXECUTÓRIA. NÃO CONHECIMENTO DO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL QUE NÃO ATACA OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO RECORRIDA. DESPROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. MANUTENÇÃO DA DECISÃO RECORRIDA. .. V - Por fim, conforme entendimento desta Corte, "não tendo o recurso ultrapassado o juízo de admissibilidade, não pode a matéria de mérito ser objeto de exame, mesmo que a controvérsia seja objeto de Recurso Repetitivo" (AgInt no REsp n. 1.814.371/SP, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe de 11/9/2020). VI - Agravo interno improvido (AgInt no AREsp 1.996.227/RJ, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, julgado em 30/5/2022, DJe de 2/6/2022, grifo nosso). Isso posto, não conheço do recurso. Previno as partes de que a interposição de recurso contra esta decisão, se declarado manifestamente inadmissível, protelatório ou improcedente, poderá acarretar a condenação ao pagamento das penalidades fixadas nos arts. 1.021, § 4º, e 1.026, § 2º, do CPC/2015.