HC 891560 - DECISAO
A ordem foi denegada porque o valor da res furtiva (R$ 1.324,40) não pode ser considerado ínfimo, representando percentual significativo do salário mínimo à época, e porque o paciente é reincidente, circunstâncias que, segundo precedentes do STJ, obstam a aplicação do princípio da insignificância; assim, não se verificou flagrante ilegalidade apta a justificar a concessão do habeas corpus.
- Parties
- Impetrante: Defensoria Pública; Paciente: CLAUDIO DA CRUZ OLIVEIRA JUNIOR; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Apelação n. 5002311-31.2020.8.24.0066)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 February 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- ordem denegada
- Legal Topics
- Princípio Da Insignificância, Atipicidade Material, Reincidência, Art. 180, Caput, Do Código Penal, Art. 386, Inciso III, Do Código De Processo Penal
Case Brief
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Parties
Defensoria Pública
Impetrante
CLAUDIO DA CRUZ OLIVEIRA JUNIOR
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Apelação n. 5002311-31.2020.8.24.0066)
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 aplicação do princípio da insignificância
- 2 reconhecimento de atipicidade material (art. 386, III, CPP)
- 3 influência da reincidência na possibilidade de reconhecimento da insignificância
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque o valor da res furtiva (R$ 1.324,40) não pode ser considerado ínfimo, representando percentual significativo do salário mínimo à época, e porque o paciente é reincidente, circunstâncias que, segundo precedentes do STJ, obstam a aplicação do princípio da insignificância; assim, não se verificou flagrante ilegalidade apta a justificar a concessão do habeas corpus.
Court Disposition
ordem denegada
Orders
- Denego a ordem de habeas corpus.
- Cientifique-se o Ministério Público Federal.
Full Case Text
Judgment text and source record
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