AREsp 2761576 - DECISAO
O agravo regimental não foi conhecido porque a parte não impugnou de forma específica e concreta os fundamentos que levaram o Tribunal de origem a inadmitir o recurso especial (incidência da Súmula 83/STJ), não demonstrando distinguishing nem divergência jurisprudencial, sendo aplicáveis também o art. 1.021, §1º, do...
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- Parties
- Agravante: JESYVANES AIRES LISBOA; Tribunal De Origem: Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins; Parecer: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 January 2026
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Monocrática: Não Conhecido Do Agravo
- Outcome
- Não conheço do agravo em recurso especial.
- Legal Topics
- Princípio Da Insignificância, Reiteração Delitiva, Inadmissão De Recurso Especial, Súmula 83/stj, Súmula 182/stj, Princípio Da Dialeticidade
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Parties
JESYVANES AIRES LISBOA
Agravante
Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins
Tribunal De Origem
Ministério Público Federal
Parecer
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Monocrática: Não Conhecido Do Agravo
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do recurso especial diante da aplicação da Súmula 83/STJ
- 2 Possibilidade de aplicação do princípio da insignificância em caso de reiteração delitiva e multirreincidência
- 3 Exigência de impugnação específica dos fundamentos da decisão de inadmissibilidade (art. 1.021, §1º, CPC)
Ratio Decidendi
O agravo regimental não foi conhecido porque a parte não impugnou de forma específica e concreta os fundamentos que levaram o Tribunal de origem a inadmitir o recurso especial (incidência da Súmula 83/STJ), não demonstrando distinguishing nem divergência jurisprudencial, sendo aplicáveis também o art. 1.021, §1º, do CPC e a Súmula 182/STJ; adicionalmente, a multirreincidência do agravante corrobora a orientação jurisprudencial que afasta a aplicação do princípio da insignificância.
Court Disposition
Não conheço do agravo em recurso especial.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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1 paragraphs
DECISÃO Trata-se de agravo em recurso especial interposto por JESYVANES AIRES LISBOA contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins que inadmitiu o recurso especial pelos seguintes fundamentos (fl. 280-283): Após análise dos autos, o colegiado deste egrégio Tribunal de Justiça observou a posição majoritária do Superior Tribunal de Justiça, no sentido de ser inviável a aplicação do princípio da insignificância, em razão da reiteração delitiva do recorrente, o que evidencia a reprovabilidade do comportamento. .. Neste aspecto, verifico que a análise do pedido de absolvição do crime de furto majorado em razão do princípio da insignificância demanda a aplicação da Súmula n. 83 do Superior Tribunal de Justiça, a qual determina que "não se conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida"." Nas razões do presente agravo em recurso especial, argumenta a defesa que o recurso especial deveria ter sido admitido (fl. 292-302): Data máxima vênia, ao contrário do argumentado na r. decisão de segunda instância que não admitiu o recurso manejado pelo ora agravante, não há o que se falar na incidência do verbete sumular nº 83 do STJ. Tanto a habitualidade delitiva quanto a reincidência, por si sós, não são motivos para que seja afastada a incidência do princípio da insignificância. A parte recorrente aborda, ainda, aspectos relacionados ao mérito da causa e reitera questões deduzidas no recurso especial, sustentando que a jurisprudência do STJ admite excepcionalmente a aplicação do princípio da insignificância mesmo em casos de reincidência e habitualidade delitiva. Articula, ainda, que (fl. 300-301): .. o agravante foi condenado em razão de ter furtado: 01 (uma) galinha e 01 franga. SEM QUALQUER VERIFICAÇÃO DO MONTANTE QUANTITATIVO DO PERTENCES SUBTRAÍDOS, ANTE A AUSÊNCIA DE LAUDO. .. Portanto, ao contrário do argumentado na r. decisão de segunda instância que não admitiu o recurso especial manejado pelo ora agravante, não se aplica, neste caso, o entendimento consubstanciado na súmula 83 desta Corte Superior de Justiça." Requer o provimento do recurso, com a consequente admissão do recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça. Não houve impugnação apresentada. Parecer do Ministério Público Federal nos termos assim ementados (fl. 336-344): PENAL. PROCESSUAL PENAL. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. FURTO. ATIPICIDADE MATERIAL DA CONDUTA.PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. INAPLICABILIDADE. MULTIRREINCIDÊNCIA. ACÓRDÃO RECORRIDO EM HARMONIA COM A JURISPRUDÊNCIA DESSE EGRÉGIO STJ. ÓBICE DA SÚMULA Nº 83/STJ. PARECER PELO NÃO PROVIMENTO DA PRETENSÃO RECURSAL. CASO ADMITIDOO RECURSO ESPECIAL, PELO SEU NÃO PROVIMENTO. 1. O e. Supremo Tribunal Federal consagrou o entendimento de que, para a aplicação do princípio da insignificância, devem estar presentes, cumulativamente, as seguintes condições objetivas: a) mínima ofensividade da conduta do agente; b) nenhuma periculosidade social da ação; c) reduzido grau de reprovabilidade do comportamento do agente; e d) inexpressividade da lesão jurídica provocada; 2. A multirreincidência do Agravante evidencia a sua contumácia na prática de crimes patrimoniais e, por conseguinte, demonstra o não cumprimento de um dos requisitos adotados pela jurisprudência sedimentada: "o reduzidíssimo grau de reprovabilidade do comportamento"; 3. O Tribunal a quo decidiu em harmonia com a jurisprudência dessa c. Corte Superior e do c. Supremo Tribunal Federal, de modo a incidir o óbice previsto na Súmula nº 83/STJ; 4. Parecer pelo não provimento da pretensão recursal. Caso admitido o recurso especial, pelo seu não provimento. É o relatório. Como relatado, o recurso especial foi inadmitido por aplicação do seguinte fundamento: contrariedade das razões do recurso ao sentido da pacífica jurisprudência do STJ (Súmula n. 83 do STJ). Porém, as razões do agravo em recurso especial não enfrentam, de modo suficiente, o fundamento referido, não bastando para tanto que a parte recorrente mencione o óbice, pois, para atendimento do princípio da dialeticidade, devem ser demonstradas, de modo específico e concreto, quais seriam as razões pelas quais a decisão recorrida deveria ser reformada. Vale esclarecer, quanto ao óbice referido na Súmula n. 83 do STJ, que "é necessário que a parte comprove que o entendimento desta Corte Superior destoa da conclusão a que chegou o Tribunal de origem ou que o caso dos autos seria distinto daqueles veiculados nos precedentes mediante distinguishing, o que não ocorreu na hipótese" (AgRg no AgRg no AREsp n. 2.278.302/SP, relator Ministro Rogerio Schietti Cruz, Sexta Turma, julgado em 26/9/2023, DJe de 3/10/2023). No caso dos autos, embora a defesa tenha mencionado precedentes em que supostamente se aplicou o princípio da insignificância em casos de reincidência, não logrou demonstrar efetiva distinção da situação fática específica dos autos, porquanto o ora agravante possui histórico de três condenações criminais e cinco denúncias em tramitação, todas por crimes contra o patrimônio, caracterizando inequívoca habitualidade delitiva que, segundo a jurisprudência consolidada desta Corte, impede a aplicação do princípio da insignificância. Com efeito, a orientação jurisprudencial deste Tribunal reafirma que "a reiteração delitiva impede a aplicação do princípio da insignificância" (STJ, AgRg no HC 956.099/SC, Relator Ministro Joel Ilan P aciornik, Quinta Turma, julgado em 12/2/2025, DJe de 17/2/2025), convergindo com a decisão do Tribunal de origem. Vejamos: AGRAVO REGIMENTAL NO HABEAS CORPUS. CRIME DE FURTO QUALIFICADO. PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. NÃO INCIDÊNCIA . REITERAÇÃO DELITIVA. REINCIDÊNCIA ESPECÍFICA. RECURSO DESPROVIDO. 1 . No caso, o histórico de reiteração delitiva do apenado, incluindo a existência de reincidência específica, justifica a não aplicação do princípio da insignificância ora agravante, condenado pela prática de furto qualificado (art. 155, § 4º, I, do Código Penal - CP) (grifamos). 2. Agravo regimental desprovido . (STJ - AgRg no HC: 850731 MG 2023/0312262-1, Relator.: Ministro JOEL ILAN PACIORNIK, Data de Julgamento: 15/04/2024, T5 - QUINTA TURMA, Data de Publicação: DJe 18/04/2024) A mera alegação genérica de que existiriam precedentes favoráveis, sem o devido cotejo das premissas fáticas e sem demonstração concreta das distinções do caso, não afasta a conclusão de que a decisão agravada está alinhada com a jurisprudência pacífica desta Corte Superior. Como se constata, a efetiva impugnação do fundamento que levou o Tribunal de origem a inadmitir o recurso especial exigia o expresso e efetivo enfrentamento da aplicação da Súmula n. 83 do STJ mediante demonstração específica de distinguishing ou divergência jurisprudencial, sem o que não se pode cogitar do desacerto da decisão agravada. A não impugnação dos fundamentos da decisão recorrida impede o conhecimento do agravo regimental, nos termos do art. 1.021, § 1º, do CPC e, por analogia, de acordo com a conclusão sedimentada na Súmula n. 182 do STJ. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. TRÁFICO DE DROGAS. APREENSÃO DE MAIS DE 7 KG DE COCAÍNA. CONDENAÇÃO. ESPECIAL INADMITIDO. RAZÕES GENÉRICAS QUE REAFIRMAM QUESTÕES DE MÉRITO SEM IMPUGNAR DE MODO ESPECÍFICO OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO AGRAVADA. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 182/STJ. REGIMENTAL. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 182/STJ TAMBÉM AO REGIMENTAL. 1. O agravante não rebateu, de modo eficiente, o fundamento utilizado na decisão agravada, atraindo, novamente, a incidência da Súmula 182/STJ ao presente regimental. 2. Como tem reiteradamente decidido esta Corte Superior, em obediência ao princípio da dialeticidade, os recursos devem impugnar, de maneira clara, objetiva, específica e pormenorizada todos os fundamentos da decisão contra a qual se insurgem, sob pena de vê-los mantidos (AgRg no AREsp n. 1.262.653/SP, Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, Dje 30/5/2018). 3. Agravo regimental não conhecido. (AgRg no AREsp n. 2.266.496/SP, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, julgado em 24/4/2023, DJe de 2/5/2023.) AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. TRÁFICO DE DROGAS. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO AOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO RECORRIDA. PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE. INCIDÊNCIA DA SÚMULA N. 182/STJ. VIOLAÇÃO DE DISPOSITIVO E DE PRINCÍPIO CONTIDO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. INVIABILIDADE. HABEAS CORPUS DE OFÍCIO. DESCABIMENTO. AUSÊNCIA DE CONSTRANGIMENTO ILEGAL OU DE FLAGRANTE ILEGALIDADE. AGRAVO NÃO CONHECIDO. 1. A ausência de impugnação específica a todos os fundamentos da decisão combatida, ônus da parte recorrente, atrai a incidência dos arts. 1.021, § 1º, do CPC e da Súmula n. 182 desta Corte. Precedentes. 2. Ademais, "A ausência de impugnação específica e pormenorizada dos fundamentos da decisão agravada inviabiliza o conhecimento do recurso por violação ao princípio da dialeticidade, sendo insuficientes as assertivas de que todos os requisitos de admissibilidade foram preenchidos. Incidência da Súmula n. 182, STJ" (AgRg no AREsp n. 2.364.703/PR, relator Ministro Messod Azulay Neto, Quinta Turma, julgado em 3/10/2023, DJe de 11/10/2023). 3. Nos termos da jurisprudência deste Superior Tribunal, "É defeso a esta Corte Superior de Justiça levar a efeito exame de pretensa afronta a dispositivos constitucionais em sede de recurso especial, mesmo com o fito de prequestionamento, sob pena de usurpação da competência do Supremo Tribunal Federal." (EDcl no AgRg no AREsp n. 2.395.707/PR, relator Ministro Teodoro Silva, julgado em 20/2/2024, DJe de 27/2/2024, grifei.) 4. Como cediço, "Descabe postular HC de ofício, em sede de regimental, como forma de tentar burlar a inadmissão do recurso especial. O deferimento ocorre por iniciativa do próprio órgão jurisdicional, quando constatada a existência de ilegalidade flagrante ao direito de locomoção, inexistente na hipótese" (AgRg nos EDcl no AREsp n. 2.415.816/MG, relator Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, julgado em 2/4/2024, DJe de 8/4/2024). 5. Agravo regimental não conhecido. (AgRg no AREsp n. 2.405.739/PR, relator Ministro Jesuíno Rissato (Desembargador Convocado do TJDFT), Sexta Turma, julgado em 14/5/2024, DJe de 17/5/2024.) PENAL E PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. FALTA DE IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA DA DECISÃO AGRAVADA. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 182/STJ. HABEAS CORPUS DE OFÍCIO. BURLA À INADMISSÃO DO RECURSO. AGRAVO REGIMENTAL NÃO CONHECIDO. 1. A decisão agravada conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial interposto pelo recorrente, apontando o óbice da Súmula 182 do STJ. 2. Não obstante, neste agravo regimental, a parte agravante limita-se a afirmar, de modo genérico, que impugnou todos os fundamentos da decisão de admissibilidade, deixando, novamente, de atacar os fundamentos da decisão agravada. 3. Não é viável o pleito para concessão de habeas corpus de ofício como tentativa de burla aos requisitos do recurso próprio. Afinal, a concessão da ordem parte da iniciativa do próprio órgão julgador, quando este detecta ilegalidade flagrante, nos termos do art. 654, § 2º, do CPP, o que é o caso. 4. Agravo regimental não conhecido. (AgRg no AREsp n. 2.513.329/MS, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, julgado em 2/4/2024, DJe de 10/4/2024.) PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL NÃO CONHECIDO. DECISÃO DA PRESIDÊNCIA DESTA CORTE. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA DE TODOS OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO DE INADMISSIBILIDADE DO RECURSO ESPECIAL. INCIDÊNCIA DA SÚMULA N. 182 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA - STJ. ÓBICE NÃO ATACADO NO REGIMENTAL. NOVA INCIDÊNCIA DA SÚMULA N. 182 DO STJ. PEDIDO DE CONCESSÃO DE HABEAS CORPUS DE OFÍCIO. INEXISTÊNCIA DE MANIFESTA ILEGALIDADE. AGRAVO REGIMENTAL NÃO CONHECIDO. 1. A impugnação específica dos fundamentos da decisão agravada é requisito para o conhecimento do agravo regimental. 2. No caso em tela, o agravo em recurso especial deixou de impugnar efetiva e concretamente todos os fundamentos de inadmissibilidade, carecendo da devida refutação a Súmula n. 83 do Superior Tribunal de Justiça. Assim, a Presidência desta Corte não conheceu do agravo em recurso especial, em razão da incidência da Súmula n. 182 do STJ. 3. No presente regimental, a defesa afirma que o recurso especial teria apontado de forma clara a interpretação diversa dada aos dispositivos apontados como violados, comprovando a divergência existente entre a decisão proferida no caso com a orientação dos Tribunais. Alega, ainda, que não teria entrado em rediscussão probatória. 4. A argumentação dispensada pela parte não dialoga com as razões de decidir da Presidência desta Corte. Registre-se que a decisão agravada não conheceu do agravo em recurso especial e a parte versa sobre o recurso especial. 5. Nestas condições, a defesa não impugnou especificamente o óbice aplicado (Súmula n. 182 do STJ), de maneira que o recurso apresentado é incapaz de demonstrar o equívoco da decisão contra a qual se insurge, mantendo-a incólume. Incidência, novamente, da Súmula n. 182 do STJ. 6. No tocante ao pleito de habeas corpus de ofício, salienta-se que esta Corte Superior entende, com lastro nos arts. 647-A e 654, § 2º, ambos do Código de Processo Penal - CPP, que a concessão de ordem ocorre por iniciativa do julgador quando constatada flagrante ilegalidade, não vislumbrada, de plano, na hipótese. Precedentes. 7. Agravo regimental não conhecido. (AgRg no AREsp n. 2.497.395/PR, relator Ministro Joel Ilan Paciornik, Quinta Turma, julgado em 13/8/2024, DJe de 19/8/2024.) Por fim, registro que, nos termos do art. 932, III, do CPC, incumbe monocraticamente ao relator "não conhecer de recurso .. que não tenha impugnado especificamente os fundamentos da decisão recorrida", hipótese amparada também pelo art. 253, parágrafo único, I, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça. Ante o exposto, não conheço do agravo em recurso especial. Publique-se. Intimem-se. EMENTA