HC 921577 - DECISAO

HC 921577 - DECISAO

Não se verifica ilegalidade manifesta apta a justificar a concessão de ofício do habeas corpus, pois o acórdão impugnado observou o entendimento do STJ de que a ausência de vagas não autoriza a concessão imediata da prisão domiciliar sem a adoção prévia das providências previstas no RE 641.320/RS, e o habeas corpus não é via adequada para reexame de matéria fático-probatória.

Parties
Paciente: GABRIEL JOSE DA SILVA; Órgão Coator: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
17 June 2024
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Liminar (indeferida)
Outcome
liminar indeferida
Legal Topics
Prisão Domiciliar, Súmula Vinculante N. 56, RE 641.320/rs, Tema Repetitivo 993

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 8 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

GABRIEL JOSE DA SILVA

Paciente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

Órgão Coator

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão Liminar (indeferida)

  1. 1 Se a falta de vagas em estabelecimento penal autoriza a concessão imediata de prisão domiciliar
  2. 2 Observância das providências estabelecidas no RE 641.320/RS para adoção da prisão domiciliar por falta de vagas
  3. 3 Possibilidade de habeas corpus como substitutivo de recurso próprio e limitação ao reexame de matéria fática

Ratio Decidendi

Não se verifica ilegalidade manifesta apta a justificar a concessão de ofício do habeas corpus, pois o acórdão impugnado observou o entendimento do STJ de que a ausência de vagas não autoriza a concessão imediata da prisão domiciliar sem a adoção prévia das providências previstas no RE 641.320/RS, e o habeas corpus não é via adequada para reexame de matéria fático-probatória.

Court Disposition

liminar indeferida

Orders

  • Indefiro liminarmente o presente habeas corpus.
  • Cientifique-se o Ministério Público Federal.