AREsp 2305875 - ACORDAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial por entender que, na ausência de previsão legal para efeito retroativo, o período de prisão domiciliar deve ser computado como pena cumprida e porque os fundamentos autônomos do acórdão recorrido não foram infirmados, atraindo a aplicação, por analogia, da Súmula 283/STF.
- Parties
- Agravante/recorrente: Ministério Público de Minas Gerais
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 February 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgado Agravo Conhecido E Recurso Especial Negado Provimento
- Outcome
- Agravo conhecido para negar provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Prisão Domiciliar, Cômputo De Pena, Suspensão/revogação De Benefício, Súmula 283/stf, Progressão De Regime
Case Brief
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Parties
Ministério Público de Minas Gerais
Agravante/recorrente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgado Agravo Conhecido E Recurso Especial Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Se o período de prisão domiciliar em que houve descumprimento de condições e prática de novos crimes pode ser considerado como pena cumprida
- 2 Se a ausência de previsão legal para efeito retroativo da suspensão do benefício impede o desconto desse período do total da pena a cumprir
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial por entender que, na ausência de previsão legal para efeito retroativo, o período de prisão domiciliar deve ser computado como pena cumprida e porque os fundamentos autônomos do acórdão recorrido não foram infirmados, atraindo a aplicação, por analogia, da Súmula 283/STF.
Court Disposition
Agravo conhecido para negar provimento ao recurso especial
Orders
- Conhecer do agravo e negar provimento ao recurso especial
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