HC 601268 - DECISAO
A ordem foi denegada porque o paciente não comprovou que preenche a excepcionalidade prevista para prisão domiciliar: não há prova de que não receba tratamento adequado no estabelecimento prisional, o laudo pericial atestou possibilidade de tratamento concomitante com o cumprimento da pena, o condenado responde por crime grave (estupro de vulnerável) com longa pena remanescente que representa alto risco social, e a unidade prisional adotou medidas sanitárias, de modo que não se evidenciaram os requisitos exigidos pela jurisprudência para substituição da custódia por prisão domiciliar.
- Parties
- Paciente: Irio Ortega de Oliveira; Órgão Prolator Do Ato Coator: Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul; Juízo a Quo: Juízo da 1ª Vara de Execução Criminal da comarca de Campo Grande/MS; Interessado/manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 March 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Legal Topics
- Prisão Domiciliar, Pandemia COVID 19, Recomendação CNJ 62/2020, Grupo De Risco, Superlotação Prisional, Art. 117 Lei De Execução Penal
Case Brief
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Parties
Irio Ortega de Oliveira
Paciente
Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul
Órgão Prolator Do Ato Coator
Juízo da 1ª Vara de Execução Criminal da comarca de Campo Grande/MS
Juízo a Quo
Ministério Público Federal
Interessado/manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 Possibilidade de concessão de prisão domiciliar em razão da pandemia de COVID-19
- 2 Aplicação da Recomendação CNJ n. 62/2020
- 3 Requisitos para substituição da custódia por prisão domiciliar
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque o paciente não comprovou que preenche a excepcionalidade prevista para prisão domiciliar: não há prova de que não receba tratamento adequado no estabelecimento prisional, o laudo pericial atestou possibilidade de tratamento concomitante com o cumprimento da pena, o condenado responde por crime grave (estupro de vulnerável) com longa pena remanescente que representa alto risco social, e a unidade prisional adotou medidas sanitárias, de modo que não se evidenciaram os requisitos exigidos pela jurisprudência para substituição da custódia por prisão domiciliar.
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