HC 662371 - DECISAO
Não conhecer do habeas corpus porque a impetração não pode substituir recurso ordinário próprio perante o STJ, não se vislumbrando flagrante ilegalidade: a prisão em flagrante foi considerada legítima à luz do art. 302 do CPP (prisão logo após o delito, dentro do veículo cujas placas foram anotadas), e a conversão da prisão em preventiva configura novo título que justifica a custódia; matérias não analisadas na origem (fundamentação do decreto prisional e Recomendação CNJ n. 62/2020) não foram apreciadas para evitar supressão de instância.
- Parties
- Paciente: MAYCON ELYAKIM RODRIGUES DE ASSIS; Paciente: FELIX VICTOR DE JESUS PEREIRA SILVA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 August 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Legal Topics
- Prisão Em Flagrante, Prisão Preventiva, Conversão Da Prisão Em Flagrante Em Preventiva, Flagrante Impróprio, Art. 302 Do CPP, Fundamentação Do Decreto Prisional, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Recomendação CNJ N. 62/2020, Supressão De Instância
Case Brief
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Parties
MAYCON ELYAKIM RODRIGUES DE ASSIS
Paciente
FELIX VICTOR DE JESUS PEREIRA SILVA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão em flagrante e aplicação do art. 302 do CPP
- 2 valoração da conversão do flagrante em prisão preventiva como novo título para manutenção da custódia
- 3 necessidade de fundamentação do decreto prisional
Ratio Decidendi
Não conhecer do habeas corpus porque a impetração não pode substituir recurso ordinário próprio perante o STJ, não se vislumbrando flagrante ilegalidade: a prisão em flagrante foi considerada legítima à luz do art. 302 do CPP (prisão logo após o delito, dentro do veículo cujas placas foram anotadas), e a conversão da prisão em preventiva configura novo título que justifica a custódia; matérias não analisadas na origem (fundamentação do decreto prisional e Recomendação CNJ n. 62/2020) não foram apreciadas para evitar supressão de instância.
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