RHC 204322 - DECISAO
Nega-se provimento ao recurso porque as instâncias ordinárias demonstraram, com base em elementos concretos extraídos dos autos, prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, a gravidade concreta dos fatos (modus operandi, uso de arma branca e lesões em vítimas), o descumprimento de medidas protetivas e a periculosidade do paciente, circunstâncias que justificam a decretação e a manutenção da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP; eventual ilegalidade do flagrante encontra-se superada pela existência de novo título judicial (prisão preventiva); não há demonstração de excesso de prazo capaz de ensejar ordem de ofício.
- Parties
- Paciente: EDICARLOS CONCEICAO DE LIMA; Tribunal a Quo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO; Vítima: Gustavo Vieira Magalhães; Vítima: Solinalva Ferreira dos Santos Sena; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 December 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Interposto Ao Superior Tribunal De Justiça; Julgamento De Mérito Com Denegação De Ordem (negação De Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso.
- Legal Topics
- Prisão Em Flagrante, Conversão Em Prisão Preventiva, Requisitos Do Art. 312 Do CPP, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão (art. 319 Do Cpp), Descumprimento De Medidas Protetivas, Excesso De Prazo, Presunção De Inocência, Proporcionalidade
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
EDICARLOS CONCEICAO DE LIMA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO
Tribunal a Quo
Gustavo Vieira Magalhães
Vítima
Solinalva Ferreira dos Santos Sena
Vítima
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Interposto Ao Superior Tribunal De Justiça; Julgamento De Mérito Com Denegação De Ordem (negação De Provimento)
Legal Issues
- 1 ilegalidade da prisão em flagrante alegada pelo paciente
- 2 conversão da prisão em flagrante em preventiva e sua fundamentação
- 3 atendimento aos requisitos do art. 312 do CPP para decretação da prisão preventiva
Ratio Decidendi
Nega-se provimento ao recurso porque as instâncias ordinárias demonstraram, com base em elementos concretos extraídos dos autos, prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, a gravidade concreta dos fatos (modus operandi, uso de arma branca e lesões em vítimas), o descumprimento de medidas protetivas e a periculosidade do paciente, circunstâncias que justificam a decretação e a manutenção da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP; eventual ilegalidade do flagrante encontra-se superada pela existência de novo título judicial (prisão preventiva); não há demonstração de excesso de prazo capaz de ensejar ordem de ofício.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment