HC 671915 - DECISAO
A ordem foi denegada porque não se verificou identidade fático-jurídico-processual entre o paciente e os corréus beneficiados, sendo que a liberdade destes foi concedida por motivos de caráter pessoal que não alcançam o paciente. A prisão preventiva do paciente encontra-se fundamentada em indícios de participação em organização criminosa (PCC), interceptações telefônicas, papel de destaque na organização e antecedentes, configurando risco concreto à ordem pública e justificando a manutenção da custódia para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e asseguramento da aplicação da lei penal.
- Parties
- Paciente: Lucas Henrique de Oliveira, vulgo "Luquinhas"; Corréu: João Luiz de Melo Neto; Corréu: Manuécio Felipe Pessoa Dantas; Denunciado: ADAMS JOHNNY CAMPELO DA SILVA; Autoridade Coatora: Dra. Ana Carolina Tavares Cantalice; Ministério Público Federal: Ministério Público Federal; Delegado De Polícia Federal: Bruno Rodrigues dos Santos
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 August 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Denegada a ordem
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Organização Criminosa (pcc), Tráfico De Entorpecentes, Extensão Do Efeito Do Art. 580 Do CPP, Garantia Da Ordem Pública, Conveniência Da Instrução Criminal
Case Brief
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Parties
Lucas Henrique de Oliveira, vulgo "Luquinhas"
Paciente
João Luiz de Melo Neto
Corréu
Manuécio Felipe Pessoa Dantas
Corréu
ADAMS JOHNNY CAMPELO DA SILVA
Denunciado
Dra. Ana Carolina Tavares Cantalice
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Ministério Público Federal
Bruno Rodrigues dos Santos
Delegado De Polícia Federal
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 manutenção da prisão preventiva
- 2 aplicabilidade do art. 580 do CPP (efeito extensivo)
- 3 identidade fático-jurídico-processual entre corréus
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque não se verificou identidade fático-jurídico-processual entre o paciente e os corréus beneficiados, sendo que a liberdade destes foi concedida por motivos de caráter pessoal que não alcançam o paciente. A prisão preventiva do paciente encontra-se fundamentada em indícios de participação em organização criminosa (PCC), interceptações telefônicas, papel de destaque na organização e antecedentes, configurando risco concreto à ordem pública e justificando a manutenção da custódia para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e asseguramento da aplicação da lei penal.
Court Disposition
Denegada a ordem
Orders
- Denegar a ordem
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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