RHC 150651 - DECISAO

RHC 150651 - DECISAO

A manutenção da prisão preventiva foi justificada pela existência de indícios mínimos de autoria e materialidade (conversas de WhatsApp e depoimentos de corréus que apontam o paciente como integrante de associação para o tráfico e ligado à facção 'Comando Vermelho'), pela periculosidade e risco de reiteração delitiva, bem como pela condição aparente de foragido que indica risco à aplicação da lei penal; além disso, considerou-se insuficiência das medidas cautelares diversas para garantir a ordem pública e a instrução criminal, razão pela qual o STJ conheceu parcialmente do recurso e negou-lhe provimento.

Parties
Recorrente/paciente: FRANCISCO JÚNIOR SOUSA DA SILVA; Impetrado/órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado do Pará (HC nº 0803459-78.2021.8.14.0000); Interveniente: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
10 August 2021
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão (julgamento Do Recurso Ordinário Pelo Superior Tribunal De Justiça)
Legal Topics
Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Medidas Cautelares, Prisão Domiciliar

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

FRANCISCO JÚNIOR SOUSA DA SILVA

Recorrente/paciente

Tribunal de Justiça do Estado do Pará (HC nº 0803459-78.2021.8.14.0000)

Impetrado/órgão Prolator Do Acórdão

Ministério Público Federal

Interveniente

Procedural Posture

Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão (julgamento Do Recurso Ordinário Pelo Superior Tribunal De Justiça)

  1. 1 manutenção da prisão preventiva
  2. 2 ausência de justa causa (alegação do paciente)
  3. 3 possibilidade de medidas cautelares diversas

Ratio Decidendi

A manutenção da prisão preventiva foi justificada pela existência de indícios mínimos de autoria e materialidade (conversas de WhatsApp e depoimentos de corréus que apontam o paciente como integrante de associação para o tráfico e ligado à facção 'Comando Vermelho'), pela periculosidade e risco de reiteração delitiva, bem como pela condição aparente de foragido que indica risco à aplicação da lei penal; além disso, considerou-se insuficiência das medidas cautelares diversas para garantir a ordem pública e a instrução criminal, razão pela qual o STJ conheceu parcialmente do recurso e negou-lhe provimento.