HC 665609 - DECISAO
Não se conhece do habeas corpus porque não se demonstrou flagrante ilegalidade. A manutenção da prisão preventiva foi adequadamente fundamentada pelas instâncias ordinárias com base em elementos concretos: descumprimento anterior de medidas cautelares por parte da paciente, reiteração delitiva (prisão em flagrante posterior), necessidade de garantia da ordem pública e aplicação da lei penal, além da gravidade concreta evidenciada pela elevada quantidade de droga apreendida. Questões relativas à redução de pena ou ao regime prisional inicial não são passíveis de reexame em sede de writ, por configurar supressão de instância.
- Parties
- Paciente: PRISCILA CARDOSO DA ROZA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 August 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Apelo Em Liberdade, Medidas Cautelares, Fundamentação Judicial, Regime Inicial Fechado, Tráfico De Drogas, Descumprimento De Medidas Cautelares, Flagrante Ilegalidade
Case Brief
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Parties
PRISCILA CARDOSO DA ROZA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 cabimento de habeas corpus substitutivo de recurso próprio
- 2 existência de flagrante ilegalidade na manutenção da prisão preventiva
- 3 suficiência da fundamentação para a prisão preventiva (art. 312 CPP)
Ratio Decidendi
Não se conhece do habeas corpus porque não se demonstrou flagrante ilegalidade. A manutenção da prisão preventiva foi adequadamente fundamentada pelas instâncias ordinárias com base em elementos concretos: descumprimento anterior de medidas cautelares por parte da paciente, reiteração delitiva (prisão em flagrante posterior), necessidade de garantia da ordem pública e aplicação da lei penal, além da gravidade concreta evidenciada pela elevada quantidade de droga apreendida. Questões relativas à redução de pena ou ao regime prisional inicial não são passíveis de reexame em sede de writ, por configurar supressão de instância.
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