RHC 150611 - DECISAO
Conheceu-se do recurso ordinário e negou-se provimento porque a manutenção da prisão preventiva estava devidamente fundamentada em dados concretos constantes dos autos (relevando a gravidade concreta do delito, reiteração delitiva, descumprimento de cautelar anterior, existência de outras ações penais e permanência da paciente presa durante toda a instrução), configurando-se o periculum libertatis exigido pelo art. 312 do CPP, de modo que não há constrangimento ilegal a ser sanado nem possibilidade adequada de substituição da prisão por medidas cautelares diversas.
- Parties
- Recorrente/paciente: MELCA PRISCILA VIEIRA PIMENTEL; Tribunal De Origem/órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba; Manifestante/parecerista: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 31 August 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgado (conhecido E Negado Provimento)
- Outcome
- conheço e nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Fundamentação Da Decisão Judicial, Art. 312 Do CPP, Tráfico De Drogas, Reincidência E Reiteração Delitiva, Medidas Cautelares Alternativas, Direito De Recorrer Em Liberdade
Case Brief
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Parties
MELCA PRISCILA VIEIRA PIMENTEL
Recorrente/paciente
Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba
Tribunal De Origem/órgão Prolator Do Acórdão
Ministério Público Federal
Manifestante/parecerista
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgado (conhecido E Negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Existência de fundamentação idônea para a manutenção da prisão preventiva após condenação
- 2 Aplicabilidade do art. 312 do CPP como pressuposto da custódia cautelar
- 3 Possibilidade de concessão de apelo em liberdade quando o réu permaneceu preso durante a instrução
Ratio Decidendi
Conheceu-se do recurso ordinário e negou-se provimento porque a manutenção da prisão preventiva estava devidamente fundamentada em dados concretos constantes dos autos (relevando a gravidade concreta do delito, reiteração delitiva, descumprimento de cautelar anterior, existência de outras ações penais e permanência da paciente presa durante toda a instrução), configurando-se o periculum libertatis exigido pelo art. 312 do CPP, de modo que não há constrangimento ilegal a ser sanado nem possibilidade adequada de substituição da prisão por medidas cautelares diversas.
Court Disposition
conheço e nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Intimem-se.
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