RHC 147458 - DECISAO
O recurso foi negado porque o acórdão do Tribunal de origem apresentou fundamentação idônea baseada em elementos concretos dos autos (descrição do modus operandi, grau de periculosidade, risco de reiteração delitiva e existência de condenação anterior) que justificam a prisão preventiva para garantia da ordem pública, e porque não se configurou a ilicitude das provas obtidas dos aparelhos celulares, diante da autorização dos acusados e da decisão judicial autorizativa; assim, não houve flagrante ilegalidade a ser sanada via habeas corpus, e aplica-se a jurisprudência dominante permitindo decisão monocrática do relator (Súmula 568/STJ).
- Parties
- Recorrente / Paciente: MAICON CORRÊA DOS SANTOS; Órgão a Quo: Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina; Interessado / Parecer: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 August 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça Decisão Monocrática Do Relator
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Quebra De Sigilo De Dados Telefônicos, Prova Ilícita, Habeas Corpus, Medidas Cautelares (art. 319 Do Cpp)
Case Brief
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Parties
MAICON CORRÊA DOS SANTOS
Recorrente / Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
Órgão a Quo
Ministério Público Federal
Interessado / Parecer
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça Decisão Monocrática Do Relator
Legal Issues
- 1 legalidade e fundamentação do decreto de prisão preventiva
- 2 possível ilicitude da prova obtida por acesso a dados de celular/telemáticos
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
O recurso foi negado porque o acórdão do Tribunal de origem apresentou fundamentação idônea baseada em elementos concretos dos autos (descrição do modus operandi, grau de periculosidade, risco de reiteração delitiva e existência de condenação anterior) que justificam a prisão preventiva para garantia da ordem pública, e porque não se configurou a ilicitude das provas obtidas dos aparelhos celulares, diante da autorização dos acusados e da decisão judicial autorizativa; assim, não houve flagrante ilegalidade a ser sanada via habeas corpus, e aplica-se a jurisprudência dominante permitindo decisão monocrática do relator (Súmula 568/STJ).
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
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