RHC 150044 - DECISAO
A ordem foi negada porque não houve demonstração documental de extrema debilidade que justifique a prisão domiciliar nos termos do art. 318, II, do CPP; o custodiado recebe atendimento médico na unidade prisional e recusou avaliação pelo médico responsável; o tratamento de fisioterapia pode ser viabilizado mediante permissão de saída prevista na Lei de Execução Penal; ademais, a prisão preventiva está fundamentada na garantia da ordem pública e na posição do recorrente em organização criminosa, e não se configurou excesso de prazo diante da complexidade do processo e da atuação das defesas.
- Parties
- Recorrente: LEON SULIVAN CORREA DOS SANTOS; Órgão Recorrido: Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul; Fiscal Da Lei: Ministério Público
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 August 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Ordinário Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Nego provimento ao recurso.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Tratamento Médico De Custodiado, Permissão De Saída Para Tratamento (art. 120 Lep), Fisioterapia Pós Operatória
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
LEON SULIVAN CORREA DOS SANTOS
Recorrente
Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Órgão Recorrido
Ministério Público
Fiscal Da Lei
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Ordinário Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 pedido de substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar para realização de fisioterapia pós-operatória e nova cirurgia
- 2 alegação de excesso de prazo na formação da culpa
- 3 possibilidade de realização do tratamento no âmbito prisional ou mediante permissão de saída
Ratio Decidendi
A ordem foi negada porque não houve demonstração documental de extrema debilidade que justifique a prisão domiciliar nos termos do art. 318, II, do CPP; o custodiado recebe atendimento médico na unidade prisional e recusou avaliação pelo médico responsável; o tratamento de fisioterapia pode ser viabilizado mediante permissão de saída prevista na Lei de Execução Penal; ademais, a prisão preventiva está fundamentada na garantia da ordem pública e na posição do recorrente em organização criminosa, e não se configurou excesso de prazo diante da complexidade do processo e da atuação das defesas.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso.
Orders
- Nego provimento ao recurso.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment