RHC 151652 - DECISAO
O relator negou provimento ao recurso porque a manutenção da prisão preventiva do recorrente estava fundamentada em elementos concretos constantes dos autos (gravidade em concreto do delito, modus operandi, indícios de reiteração delitiva e menção a antecedentes), não se constatou excesso de prazo injustificável apto a configurar constrangimento ilegal (aplicação da Súmula 21/STJ quanto à pronúncia anterior e tramitação regular com redesignação de data de julgamento a pedido da defesa) e verificou-se cumprimento do dever de reavaliação da custódia previsto no art. 316 do CPP (última reavaliação em 15/06/2021), além de existência de jurisprudência dominante que sustenta a manutenção da...
- Parties
- Recorrente: RALPHO DA SILVA GOMES; Órgão a Quo: Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 August 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Final No Superior Tribunal De Justiça: Recurso Conhecido Em Parte E, No Mérito, Denegado (relator Negou Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Revisão Da Prisão a Cada 90 Dias (art. 316 Cpp), Pronúncia, Coisa Julgada, Fundamentação Da Decisão De Manutenção Da Prisão
Case Brief
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Parties
RALPHO DA SILVA GOMES
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas
Órgão a Quo
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Final No Superior Tribunal De Justiça: Recurso Conhecido Em Parte E, No Mérito, Denegado (relator Negou Provimento)
Legal Issues
- 1 manutenção da prisão preventiva e sua fundamentação
- 2 alegação de excesso de prazo na formação da culpa
- 3 aplicação da Súmula 21/STJ quanto à pronúncia anterior
Ratio Decidendi
O relator negou provimento ao recurso porque a manutenção da prisão preventiva do recorrente estava fundamentada em elementos concretos constantes dos autos (gravidade em concreto do delito, modus operandi, indícios de reiteração delitiva e menção a antecedentes), não se constatou excesso de prazo injustificável apto a configurar constrangimento ilegal (aplicação da Súmula 21/STJ quanto à pronúncia anterior e tramitação regular com redesignação de data de julgamento a pedido da defesa) e verificou-se cumprimento do dever de reavaliação da custódia previsto no art. 316 do CPP (última reavaliação em 15/06/2021), além de existência de jurisprudência dominante que sustenta a manutenção da...
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
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