RHC 141192 - DECISAO
A ordem foi denegada porque o decreto prisional está fundamentado na garantia da ordem pública, com prova da materialidade e indícios de autoria (reconhecimento pela vítima), evidência de gravidade concreta do delito (roubo majorado com emprego de arma e concurso de agentes) e reiteração delitiva dos pacientes, preenchendo os requisitos do art. 312 do CPP; ademais, o período de prisão preventiva desde 6/3/2020 não configura excesso de prazo, diante da complexidade do feito, da existência de dois réus e dos efeitos da pandemia, não havendo desídia estatal.
- Parties
- Paciente/recorrente: PEDRO EDUARDO OLIVEIRA; Paciente/recorrente: WILLIAM DE AZEVEDO IDALENCIO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 September 2021
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Monocrática Do Relator)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Para Formação Da Culpa, Garantia Da Ordem Pública, Reiteração Delitiva, Medidas Cautelares Diversas, Impacto Da Pandemia De Covid 19 Na Tramitação Processual
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
PEDRO EDUARDO OLIVEIRA
Paciente/recorrente
WILLIAM DE AZEVEDO IDALENCIO
Paciente/recorrente
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Monocrática Do Relator)
Legal Issues
- 1 manutenção da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
- 2 alegação de excesso de prazo na formação da culpa
- 3 possibilidade de substituição por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque o decreto prisional está fundamentado na garantia da ordem pública, com prova da materialidade e indícios de autoria (reconhecimento pela vítima), evidência de gravidade concreta do delito (roubo majorado com emprego de arma e concurso de agentes) e reiteração delitiva dos pacientes, preenchendo os requisitos do art. 312 do CPP; ademais, o período de prisão preventiva desde 6/3/2020 não configura excesso de prazo, diante da complexidade do feito, da existência de dois réus e dos efeitos da pandemia, não havendo desídia estatal.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Recomenda-se que o Juízo de primeiro grau empregue celeridade na conclusão do feito
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment