HC 688507 - DECISAO
O habeas corpus não foi conhecido por inadequação da via recursal; examinada a possibilidade de ilegalidade flagrante, o Tribunal concluiu que a prisão preventiva estava devidamente fundamentada em fatos concretos (modus operandi e periculosidade do agente, permanência do réu sem ser localizado) que demonstram risco à ordem pública e à aplicação da lei penal, atendendo aos requisitos do art. 312 do CPP, e que medidas cautelares alternativas seriam insuficientes, não havendo, portanto, ilegalidade flagrante a ser corrigida de ofício.
- Parties
- Paciente: QUEOMA FAGUNDES CASSIANO DOS SANTOS; Órgão Prolator Do Acórdão Impugnado: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Manifestante Nos Autos: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 October 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Impetração De Habeas Corpus Com Pedido De Liminar; Decisão Do STJ Por Não Conhecimento Do Writ (análise De Regularidade Da Via E Exame De Eventual Ilegalidade Flagrante)
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Fundamentação Da Decisão Judicial, Medidas Cautelares Alternativas (art. 319 Cpp), Recurso Cabível Contra Acórdão Denegatório, Periculosidade E Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
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Parties
QUEOMA FAGUNDES CASSIANO DOS SANTOS
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Órgão Prolator Do Acórdão Impugnado
Ministério Público Federal
Manifestante Nos Autos
Procedural Posture
Habeas Corpus / Impetração De Habeas Corpus Com Pedido De Liminar; Decisão Do STJ Por Não Conhecimento Do Writ (análise De Regularidade Da Via E Exame De Eventual Ilegalidade Flagrante)
Legal Issues
- 1 adequação da via eleita para impugnar acórdão denegatório de habeas corpus
- 2 existência de ilegalidade flagrante que justifique conhecimento do habeas corpus
- 3 verificação dos requisitos do art. 312 do Código de Processo Penal para decretação/ manutenção da prisão preventiva
Ratio Decidendi
O habeas corpus não foi conhecido por inadequação da via recursal; examinada a possibilidade de ilegalidade flagrante, o Tribunal concluiu que a prisão preventiva estava devidamente fundamentada em fatos concretos (modus operandi e periculosidade do agente, permanência do réu sem ser localizado) que demonstram risco à ordem pública e à aplicação da lei penal, atendendo aos requisitos do art. 312 do CPP, e que medidas cautelares alternativas seriam insuficientes, não havendo, portanto, ilegalidade flagrante a ser corrigida de ofício.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- pedido de liminar indeferido
- não conheço do habeas corpus
Full Case Text
Judgment text and source record
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