RHC 151483 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso porque as instâncias ordinárias fundaram adequadamente a prisão preventiva em elementos concretos do processo (uso de documento falso para evadir cumprimento de mandado, fuga do estabelecimento prisional, antecedentes e reincidência, risco de reiteração delitiva), o réu permaneceu preso durante a instrução e a falta de intimação pessoal da sentença não acarretou prejuízo, já que o advogado foi cientificado e interpôs apelação; assim, não se configurou flagrante ilegalidade apta a justificar a revogação da custódia cautelar.
- Parties
- Recorrente: JEREMIAS MAGALHAES AMARO; Órgão Julgador De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS; Órgão Ministerial: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 October 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito Pelo Superior Tribunal De Justiça Recurso Conhecido E Negado Provimento
- Outcome
- nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Direito De Recorrer Em Liberdade, Intimação Da Sentença, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Nulidade Processual Por Ausência De Intimação
Case Brief
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Parties
JEREMIAS MAGALHAES AMARO
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS
Órgão Julgador De Origem
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito Pelo Superior Tribunal De Justiça Recurso Conhecido E Negado Provimento
Legal Issues
- 1 legalidade da manutenção da prisão preventiva após condenação
- 2 possibilidade de recurso em liberdade após o réu permanecer preso durante a instrução
- 3 nulidade por ausência de intimação pessoal da sentença
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso porque as instâncias ordinárias fundaram adequadamente a prisão preventiva em elementos concretos do processo (uso de documento falso para evadir cumprimento de mandado, fuga do estabelecimento prisional, antecedentes e reincidência, risco de reiteração delitiva), o réu permaneceu preso durante a instrução e a falta de intimação pessoal da sentença não acarretou prejuízo, já que o advogado foi cientificado e interpôs apelação; assim, não se configurou flagrante ilegalidade apta a justificar a revogação da custódia cautelar.
Court Disposition
nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao presente recurso em habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
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