RHC 153911 - DECISAO
Negou-se a ordem porque estão presentes o fumus comissi delicti e o periculum libertatis, comprovados pela apreensão de significativa quantidade de entorpecente, indícios de associação para o tráfico e fatos que indicam risco concreto à ordem pública e possibilidade de reiteração delitiva, de modo que as medidas cautelares diversas da prisão seriam insuficientes.
- Parties
- Recorrente: ALBERTO JOSE ANTON MOTA; Recorrente: MAIKON BRUNO LOPES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 December 2021
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- recurso improvido; ordem denegada
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas, Fumus Comissi Delicti, Periculum Libertatis, Proporcionalidade, Homogeneidade Nas Prisões Cautelares, Reiteracao Delitiva
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
ALBERTO JOSE ANTON MOTA
Recorrente
MAIKON BRUNO LOPES
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 ausência ou presença de fundamentação concreta para prisão preventiva
- 2 aplicabilidade de medidas cautelares diversas do art. 319 do CPP
- 3 risco concreto de reiteração delitiva
Ratio Decidendi
Negou-se a ordem porque estão presentes o fumus comissi delicti e o periculum libertatis, comprovados pela apreensão de significativa quantidade de entorpecente, indícios de associação para o tráfico e fatos que indicam risco concreto à ordem pública e possibilidade de reiteração delitiva, de modo que as medidas cautelares diversas da prisão seriam insuficientes.
Court Disposition
recurso improvido; ordem denegada
Orders
- Recurso improvido.
- Ordem denegada.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment