RHC 156846 - DECISAO
Conheço do recurso ordinário em habeas corpus, mas nego-lhe provimento porque a manutenção da prisão preventiva está devidamente fundamentada em elementos concretos de prova, em especial a apreensão de expressiva quantidade de entorpecente (apontada nos autos como 535,122 kg de maconha na Kombi e mais 1,537 kg em posse do paciente), o que revela periculosidade social e risco à ordem pública, atendendo aos requisitos do art. 312 do CPP e à jurisprudência aplicável.
- Parties
- Recorrente/paciente: VITOR PRESA COLLARES; Corré/autuada: MEIRIDIANE DOS SANTOS ANDRADE KOWALSKI; Corré/autuada: ROSANGELA GOMES DA SILVA; Corréu/indiciado (mencionado): BRUNO RODRIGO FANPATO; Órgão Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado do Paraná; Órgão Ministerial/ponente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 November 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (conhecimento E Mérito)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Fundamentação Da Prisão, Art. 312 Do CPP, Periculum Libertatis, Prova Da Materialidade E Indícios De Autoria, Princípio Da Proporcionalidade, Isenção De Instância/supressão De Instância
Case Brief
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Parties
VITOR PRESA COLLARES
Recorrente/paciente
MEIRIDIANE DOS SANTOS ANDRADE KOWALSKI
Corré/autuada
ROSANGELA GOMES DA SILVA
Corré/autuada
BRUNO RODRIGO FANPATO
Corréu/indiciado (mencionado)
Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
Órgão Recorrido
Ministério Público Federal
Órgão Ministerial/ponente
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (conhecimento E Mérito)
Legal Issues
- 1 Existência dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação/ manutenção da prisão preventiva
- 2 Idoneidade da fundamentação para prisão cautelar
- 3 Relevância da quantidade de entorpecente apreendida como indicadora de periculosidade e risco de reiteração
Ratio Decidendi
Conheço do recurso ordinário em habeas corpus, mas nego-lhe provimento porque a manutenção da prisão preventiva está devidamente fundamentada em elementos concretos de prova, em especial a apreensão de expressiva quantidade de entorpecente (apontada nos autos como 535,122 kg de maconha na Kombi e mais 1,537 kg em posse do paciente), o que revela periculosidade social e risco à ordem pública, atendendo aos requisitos do art. 312 do CPP e à jurisprudência aplicável.
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