RHC 150441 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva foi mantida porque as instâncias ordinárias demonstraram, por elementos concretos dos autos, a gravidade e o modus operandi das condutas, a periculosidade do recorrente, o risco de reiteração delitiva, a permanência foragida desde 2017 e antecedentes, o que legitima a custódia para garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal; além disso, não se pode examinar no STJ matéria fático-probatória ou pontos não apreciados pelo tribunal de origem (inclusive análise concreta da recomendação CNJ 62/2020), de modo que não se verificou constrangimento ilegal a justificar revogação da preventiva.
- Parties
- Paciente/recorrente: ALEXANDRE DE JESUS; Tribunal De Origem/impetrado: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS; Parte Que Opinou (ministerio Publico): MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 November 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (nega Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Alternativas, Recomendação CNJ N.62/2020, Supressão De Instância, Requisitos Do Art. 312 Do CPP
Case Brief
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Parties
ALEXANDRE DE JESUS
Paciente/recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS
Tribunal De Origem/impetrado
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Parte Que Opinou (ministerio Publico)
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (nega Provimento)
Legal Issues
- 1 legalidade e fundamentação da prisão preventiva
- 2 presença dos requisitos do art. 312 do CPP
- 3 possibilidade de substituição por medidas cautelares diversas (art. 319 CPP)
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi mantida porque as instâncias ordinárias demonstraram, por elementos concretos dos autos, a gravidade e o modus operandi das condutas, a periculosidade do recorrente, o risco de reiteração delitiva, a permanência foragida desde 2017 e antecedentes, o que legitima a custódia para garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal; além disso, não se pode examinar no STJ matéria fático-probatória ou pontos não apreciados pelo tribunal de origem (inclusive análise concreta da recomendação CNJ 62/2020), de modo que não se verificou constrangimento ilegal a justificar revogação da preventiva.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Publique-se.
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