HC 711535 - DECISAO
Não conheceu-se do habeas corpus porque, no exame de mérito monocrático, verificou-se que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base em elementos concretos (quantidade e variedade de drogas apreendidas, funções desempenhadas pelos acusados, reiteração delitiva e risco à ordem pública), atendendo aos requisitos do art. 312 do CPP e à jurisprudência dos Tribunais Superiores, de modo que não restou configurado flagrante constrangimento ilegal e tampouco justificável a substituição por medidas do art. 319 do CPP.
- Parties
- Paciente: JOSE ULISSES ALVES CRUZ; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Autoridade Requisitante: Ministério Público; Co Réu: ALEX BARROS DE OLIVEIRA; Menor De Idade Mencionado: Lucas
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 December 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (hc)
- Outcome
- não conheço do presente habeas corpus; pedido de liminar prejudicado
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas (lei N. 11.343/2006, Art. 33, Caput), Art. 312 Do CPP, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão (art. 319 Cpp), Flagrante Constrangimento Ilegal
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
JOSE ULISSES ALVES CRUZ
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Autoridade Coatora
Ministério Público
Autoridade Requisitante
ALEX BARROS DE OLIVEIRA
Co Réu
Lucas
Menor De Idade Mencionado
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (hc)
Legal Issues
- 1 Se estão preenchidos os requisitos legais para a decretação da prisão preventiva (art. 312 CPP)
- 2 Se a prisão preventiva se funda em gravidade abstrata ou em elementos concretos (quantidade/variedade de drogas, reiteração delitiva)
- 3 Se a prisão preventiva poderia ser substituída por medidas cautelares do art. 319 do CPP
Ratio Decidendi
Não conheceu-se do habeas corpus porque, no exame de mérito monocrático, verificou-se que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base em elementos concretos (quantidade e variedade de drogas apreendidas, funções desempenhadas pelos acusados, reiteração delitiva e risco à ordem pública), atendendo aos requisitos do art. 312 do CPP e à jurisprudência dos Tribunais Superiores, de modo que não restou configurado flagrante constrangimento ilegal e tampouco justificável a substituição por medidas do art. 319 do CPP.
Court Disposition
não conheço do presente habeas corpus; pedido de liminar prejudicado
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment