RHC 193299 - DECISAO
Mesmo reconhecendo-se que o auto de prisão em flagrante foi mal lavrado, manteve-se a prisão preventiva porque a gravidade concreta da conduta (ameaça de atear fogo à residência com a mulher e a filha de seis meses no interior e indícios de que a residência foi incendiada), o risco de reiteração delitiva e a insuficiência das medidas cautelares diversas justificam a manutenção da custódia para proteção da vítima e do bom andamento do processo.
- Parties
- Paciente: paciente; Denunciante: MINISTÉRIO PÚBLICO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 February 2024
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento E Não Provimento)
- Outcome
- conheço do recurso para não o prover, na forma do art. 202 do RISTJ
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Flagrante, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Incêndio, Ameaça, Audiência De Custódia
Case Brief
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Parties
paciente
Paciente
MINISTÉRIO PÚBLICO
Denunciante
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento E Não Provimento)
Legal Issues
- 1 validade do auto de prisão em flagrante
- 2 necessidade e justificativa da prisão preventiva
- 3 insuficiência de medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
Mesmo reconhecendo-se que o auto de prisão em flagrante foi mal lavrado, manteve-se a prisão preventiva porque a gravidade concreta da conduta (ameaça de atear fogo à residência com a mulher e a filha de seis meses no interior e indícios de que a residência foi incendiada), o risco de reiteração delitiva e a insuficiência das medidas cautelares diversas justificam a manutenção da custódia para proteção da vítima e do bom andamento do processo.
Court Disposition
conheço do recurso para não o prover, na forma do art. 202 do RISTJ
Orders
- prisão preventiva mantida
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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