RHC 187998 - DECISAO
Conhecido parcialmente o recurso, o Tribunal negou-lhe provimento porque a prisão preventiva do recorrente está fundamentada em prova da materialidade e em sérios indícios de autoria corroborados por diversos elementos de investigação (boletins, laudos periciais, relatórios da DIG e depoimentos), não se podendo, na via estreita do habeas corpus e ante a instrução criminal ainda em andamento, reconhecer a nulidade ou trancar a ação com base apenas na impugnação do reconhecimento fotográfico; ademais, a alegação sobre ilicitude derivada dos dados telefônicos não foi apreciada pelo Tribunal de origem (supressão de instância) e os fatos novos não foram examinados no acórdão impugnado, sendo...
- Parties
- Recorrente (paciente): JOAO MARQUES JUNIOR; Corréu: WALLACE DE ALMEIDA MARCÍLIO; Corréu: WENDEL AUGUSTO DO NASCIMENTO BIAZOTO; Corréu: LUCAS DOS SANTOS; Corréu: MEIRI APARECIDA DO NASCIMENTO BIAZOTO; Corréu: BRUNO AISLAN SPRICIGO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 March 2024
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Do Recurso Ordinário Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- recurso conhecido em parte e, nessa parte, negado provimento
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Reconhecimento Fotográfico (art. 226 Do Cpp), Prova Ilícita E Derivada, Medidas Cautelares Alternativas (art. 319 Do Cpp), Conveniência Da Instrução (art. 312 Do Cpp)
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
JOAO MARQUES JUNIOR
Recorrente (paciente)
WALLACE DE ALMEIDA MARCÍLIO
Corréu
WENDEL AUGUSTO DO NASCIMENTO BIAZOTO
Corréu
LUCAS DOS SANTOS
Corréu
MEIRI APARECIDA DO NASCIMENTO BIAZOTO
Corréu
BRUNO AISLAN SPRICIGO
Corréu
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Do Recurso Ordinário Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade do reconhecimento fotográfico realizado na fase inquisitorial e observância do art. 226 do CPP
- 2 suficiência de indícios e prova da materialidade para decretação da prisão preventiva (art. 312 do CPP)
- 3 alegação de ilicitude por derivação dos dados telefônicos obtidos mediante autorização judicial
Ratio Decidendi
Conhecido parcialmente o recurso, o Tribunal negou-lhe provimento porque a prisão preventiva do recorrente está fundamentada em prova da materialidade e em sérios indícios de autoria corroborados por diversos elementos de investigação (boletins, laudos periciais, relatórios da DIG e depoimentos), não se podendo, na via estreita do habeas corpus e ante a instrução criminal ainda em andamento, reconhecer a nulidade ou trancar a ação com base apenas na impugnação do reconhecimento fotográfico; ademais, a alegação sobre ilicitude derivada dos dados telefônicos não foi apreciada pelo Tribunal de origem (supressão de instância) e os fatos novos não foram examinados no acórdão impugnado, sendo...
Court Disposition
recurso conhecido em parte e, nessa parte, negado provimento
Orders
- manutenção da prisão preventiva do recorrente JOAO MARQUES JUNIOR
- publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment