HC 898729 - DECISAO
A ordem de habeas corpus foi denegada porque a execução provisória da pena foi fundamentada no art. 492, I, "e" do CPP em razão de pena superior a 15 anos, não havendo, ao tempo da decisão, declaração de inconstitucionalidade do dispositivo; a matéria ainda tramita no STF (RE 1.235.340/SC) e a jurisprudência do STJ não ampara o pedido defensivo, justificando a manutenção da prisão e a denegação do writ.
- Parties
- Paciente: ERICSON RAFAEL MENEZES MARINHO; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 March 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória (in Limine)
- Outcome
- Denego a ordem de habeas corpus, in limine.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Execução Provisória Da Pena, Tribunal Do Júri, Presunção De Inocência, Súmula Vinculante N. 10
Case Brief
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Parties
ERICSON RAFAEL MENEZES MARINHO
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba
Órgão Prolator Do Acórdão
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória (in Limine)
Legal Issues
- 1 Constitucionalidade do art. 492, I, alínea "e" do CPP
- 2 Possibilidade de execução imediata de pena imposta pelo Tribunal do Júri antes do trânsito em julgado
- 3 Fundamentação da prisão preventiva após condenação pelo Tribunal do Júri
Ratio Decidendi
A ordem de habeas corpus foi denegada porque a execução provisória da pena foi fundamentada no art. 492, I, "e" do CPP em razão de pena superior a 15 anos, não havendo, ao tempo da decisão, declaração de inconstitucionalidade do dispositivo; a matéria ainda tramita no STF (RE 1.235.340/SC) e a jurisprudência do STJ não ampara o pedido defensivo, justificando a manutenção da prisão e a denegação do writ.
Court Disposition
Denego a ordem de habeas corpus, in limine.
Orders
- Denego a ordem de habeas corpus, in limine.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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