RHC 190481 - DECISAO
Concluiu-se pela inexistência de manifesto constrangimento ilegal por excesso de prazo, dado o conjunto fático-probatório, a complexidade do feito, as intercorrências processuais e a participação da defesa em atos que contribuíram para a dilação, de modo que a prisão preventiva permanece fundada e contemporânea; decidiu-se, assim, reconsiderar parcialmente a decisão agravada e negar provimento ao habeas corpus, com recomendação ao juízo de origem para reexaminar a necessidade da segregação cautelar e imprimir celeridade, à luz da Lei 13.964/19.
- Parties
- Agravante/paciente: MATHEUS EDUARDO DE ALMEIDA MELO; Corréu: Marcos Venícius dos Santos; Corréu: Joedson Santos de Souza; Corréu: Jonathan Brauna Diniz
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Reexame Pelo Superior Tribunal De Justiça (quinta Turma); Reconsideração Parcial Da Decisão De Fls. 1063 1073 E Conclusão Quanto Ao Habeas Corpus
- Outcome
- Decisão: reconsiderada parcialmente a decisão impugnada; negado provimento ao habeas corpus; recomenda-se ao Juízo de Direito da 9ª Vara Criminal da Capital - AL o reexame da necessidade da segregação cautelar e a celeridade na tramitação, nos termos da Lei 13.964/19.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Contemporaneidade Da Custódia Preventiva, Tribunal Do Júri, Desmembramento De Processo, Audiência De Instrução E Julgamento, Súmula 52 Do STJ
Case Brief
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Parties
MATHEUS EDUARDO DE ALMEIDA MELO
Agravante/paciente
Marcos Venícius dos Santos
Corréu
Joedson Santos de Souza
Corréu
Jonathan Brauna Diniz
Corréu
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Reexame Pelo Superior Tribunal De Justiça (quinta Turma); Reconsideração Parcial Da Decisão De Fls. 1063 1073 E Conclusão Quanto Ao Habeas Corpus
Legal Issues
- 1 excesso de prazo na formação da culpa
- 2 contemporaneidade da custódia preventiva
- 3 fundamentação da prisão preventiva
Ratio Decidendi
Concluiu-se pela inexistência de manifesto constrangimento ilegal por excesso de prazo, dado o conjunto fático-probatório, a complexidade do feito, as intercorrências processuais e a participação da defesa em atos que contribuíram para a dilação, de modo que a prisão preventiva permanece fundada e contemporânea; decidiu-se, assim, reconsiderar parcialmente a decisão agravada e negar provimento ao habeas corpus, com recomendação ao juízo de origem para reexaminar a necessidade da segregação cautelar e imprimir celeridade, à luz da Lei 13.964/19.
Court Disposition
Decisão: reconsiderada parcialmente a decisão impugnada; negado provimento ao habeas corpus; recomenda-se ao Juízo de Direito da 9ª Vara Criminal da Capital - AL o reexame da necessidade da segregação cautelar e a celeridade na tramitação, nos termos da Lei 13.964/19.
Orders
- Negar provimento ao recurso em habeas corpus
- Recomenda-se de ofício ao Juízo de Direito da 9ª Vara Criminal da Capital - AL que reexamine a necessidade da segregação cautelar, tendo em vista o tempo decorrido e o disposto na Lei 13.964/19
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Judgment text and source record
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