RHC 195040 - DECISAO
Não há ilegalidade na prisão preventiva porque o juízo a quo e o tribunal regional fundamentaram concretamente a custódia com base nos elementos dos autos (gravidade do homicídio duplamente qualificado, emprego de arma de fogo, laudo balístico, fabricação de arma em domicílio, ameaças a testemunhas e modus operandi), demonstrando a necessidade da medida para garantia da ordem pública e da instrução criminal, de modo que o habeas corpus foi denegado.
- Parties
- Paciente / Acusado: UÉLBIO VICENTE CONSTANTINO; Parte Recorrida / Fiscal Da Ordem Pública: Ministério Público
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 April 2024
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Medidas Cautelares, Garantia Da Ordem Pública, Fundamentação Da Decisão
Case Brief
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Parties
UÉLBIO VICENTE CONSTANTINO
Paciente / Acusado
Ministério Público
Parte Recorrida / Fiscal Da Ordem Pública
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva
- 2 exigência de fundamentação concreta nos termos do art. 312 do CPP
- 3 possibilidade de aplicação de medidas cautelares alternativas do art. 319 do CPP
Ratio Decidendi
Não há ilegalidade na prisão preventiva porque o juízo a quo e o tribunal regional fundamentaram concretamente a custódia com base nos elementos dos autos (gravidade do homicídio duplamente qualificado, emprego de arma de fogo, laudo balístico, fabricação de arma em domicílio, ameaças a testemunhas e modus operandi), demonstrando a necessidade da medida para garantia da ordem pública e da instrução criminal, de modo que o habeas corpus foi denegado.
Court Disposition
nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- publique-se
- intimem-se
Full Case Text
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