RHC 191066 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso porque a prisão preventiva estava fundamentada em elementos concretos: houve comunicação da condenada a um jurado por mensagem após o julgamento, existe prova documental (print) e confirmação cadastral do número por ofício à operadora TIM vinculando o contato à ré, o que configura risco à garantia da ordem pública e à aplicação da lei penal (possível tentativa de violar o sigilo de votação e influenciar nulidade), e as medidas cautelares diversas da prisão mostraram-se inadequadas no caso; assim, a prisão preventiva foi mantida com fundamento no art. 312 do CPP.
- Parties
- Paciente/recorrente: FRANCIELLE CAROLINA MOSCALESKI; Órgão Recorrido: Tribunal de Justiça do Paraná; Ministério Público Estadual (autor Do Pedido De Prisão Preventiva): Ministério Público do Estado; Manifestante/órgão Ministerial No STJ: Ministério Público Federal; Jurado/testemunha: Rafael Fagundes dos Santos
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 April 2024
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Final No Superior Tribunal De Justiça (denegação/negação De Provimento)
- Outcome
- Recurso em habeas corpus desprovido (negação de provimento).
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Intimidação De Jurado, Homicídio Qualificado, Fraude Processual, Garantia Da Ordem Pública, Aplicação Da Lei Penal
Case Brief
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Parties
FRANCIELLE CAROLINA MOSCALESKI
Paciente/recorrente
Tribunal de Justiça do Paraná
Órgão Recorrido
Ministério Público do Estado
Ministério Público Estadual (autor Do Pedido De Prisão Preventiva)
Ministério Público Federal
Manifestante/órgão Ministerial No STJ
Rafael Fagundes dos Santos
Jurado/testemunha
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Final No Superior Tribunal De Justiça (denegação/negação De Provimento)
Legal Issues
- 1 decretação da prisão preventiva após condenação pelo júri
- 2 possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão (art. 319 CPP)
- 3 análise da mensagem enviada ao jurado e sua vinculação à acusada
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso porque a prisão preventiva estava fundamentada em elementos concretos: houve comunicação da condenada a um jurado por mensagem após o julgamento, existe prova documental (print) e confirmação cadastral do número por ofício à operadora TIM vinculando o contato à ré, o que configura risco à garantia da ordem pública e à aplicação da lei penal (possível tentativa de violar o sigilo de votação e influenciar nulidade), e as medidas cautelares diversas da prisão mostraram-se inadequadas no caso; assim, a prisão preventiva foi mantida com fundamento no art. 312 do CPP.
Court Disposition
Recurso em habeas corpus desprovido (negação de provimento).
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se.
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