HC 864006 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente da impetração, mas a ordem foi denegada porque a legalidade da prisão preventiva já havia sido apreciada em decisão anterior (RHC n. 173.755/MA, trânsito em julgado em 13/2/2023), não se verificou excesso de prazo diante da complexidade do feito e da regular tramitação (pluralidade de crimes e réus, cartas precatórias, ausência de desídia), e questões não apreciadas pelo tribunal de origem (extensão de efeitos e pedido de prisão domiciliar por saúde) não puderam ser examinadas por esta Corte sem supressão de instância.
- Parties
- Paciente: LUCAS EDUARDO DE SOUZA JUNIOR; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão; Corréu: KERTON ROBERTO VASCONCELOS DE OLIVEIRA; Parte Interveniente/manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 June 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Conhecimento Parcial E Decisão De Mérito (ordem Denegada) Pelo Relator
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Custódia Cautelar, Extensão De Efeitos De Decisão, Medidas Cautelares Alternativas, Prisão Domiciliar, Supressão De Instância, Cartas Precatórias
Case Brief
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Parties
LUCAS EDUARDO DE SOUZA JUNIOR
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão
Autoridade Coatora
KERTON ROBERTO VASCONCELOS DE OLIVEIRA
Corréu
Ministério Público Federal
Parte Interveniente/manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Conhecimento Parcial E Decisão De Mérito (ordem Denegada) Pelo Relator
Legal Issues
- 1 existência de excesso de prazo na prisão preventiva
- 2 fundamentação idônea da prisão preventiva
- 3 possibilidade de estender efeitos da decisão de corréu ao paciente
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente da impetração, mas a ordem foi denegada porque a legalidade da prisão preventiva já havia sido apreciada em decisão anterior (RHC n. 173.755/MA, trânsito em julgado em 13/2/2023), não se verificou excesso de prazo diante da complexidade do feito e da regular tramitação (pluralidade de crimes e réus, cartas precatórias, ausência de desídia), e questões não apreciadas pelo tribunal de origem (extensão de efeitos e pedido de prisão domiciliar por saúde) não puderam ser examinadas por esta Corte sem supressão de instância.
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