HC 917995 - DECISAO
O tribunal concluiu que as razões invocadas pela autoridade policial e pelas instâncias ordinárias são suficientes para justificar a prisão preventiva do paciente, pois há elementos concretos nos autos (conversas telefônicas indicando negociação e armazenamento de grande quantidade de drogas, apreensões relacionadas, histórico criminal e indícios de participação em organização criminosa) que demonstram risco à ordem pública e probabilidade de reiteração delitiva, tornando inadequadas e insuficientes as medidas cautelares alternativas; por isso, denegou-se a ordem no habeas corpus.
- Parties
- Paciente: JULIAN ALONCIO SEDREZ; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina; Ministério Público Federal: Ministério Público Federal; Codenunciado/representado: Leonardo Alvez da Silva Padilha; Codenunciado/representado: João Marcos Siqueira; Codenunciado/representado: Gabriel Wilian Alex Miranda da Silva; Codenunciado/representado: Wagner Antonio Barcelos Mendes
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 June 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- ordem denegada
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Medidas Cautelares, Habeas Corpus
Case Brief
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Parties
JULIAN ALONCIO SEDREZ
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
Tribunal a Quo
Ministério Público Federal
Ministério Público Federal
Leonardo Alvez da Silva Padilha
Codenunciado/representado
João Marcos Siqueira
Codenunciado/representado
Gabriel Wilian Alex Miranda da Silva
Codenunciado/representado
Wagner Antonio Barcelos Mendes
Codenunciado/representado
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 necessidade da prisão preventiva
- 2 periculum libertatis e garantia da ordem pública
- 3 contemporaneidade entre condenação pretérita e segregação
Ratio Decidendi
O tribunal concluiu que as razões invocadas pela autoridade policial e pelas instâncias ordinárias são suficientes para justificar a prisão preventiva do paciente, pois há elementos concretos nos autos (conversas telefônicas indicando negociação e armazenamento de grande quantidade de drogas, apreensões relacionadas, histórico criminal e indícios de participação em organização criminosa) que demonstram risco à ordem pública e probabilidade de reiteração delitiva, tornando inadequadas e insuficientes as medidas cautelares alternativas; por isso, denegou-se a ordem no habeas corpus.
Court Disposition
ordem denegada
Orders
- Denego a ordem.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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