HC 921375 - DECISAO
A ordem foi denegada porque a prisão preventiva foi suficientemente fundamentada pelas instâncias ordinárias diante do fumus commissi delicti e do periculum libertatis evidenciados pela habitualidade delitiva e múltiplas anotações e condenações por furtos, não estando presentes os requisitos cumulativos do princípio da insignificância (incluindo prova do valor dos bens), e sendo inadequado o revolvimento probatório ou a apreciação da homogeneidade no âmbito do habeas corpus.
- Parties
- Paciente: Pedro Luiz Gomes da Silva; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro; Impetrante: Defesa; Ministério Público: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 July 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Ordem denegada
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Princípio Da Insignificância, Reincidência, Princípio Da Homogeneidade, Furto, Flagrante
Case Brief
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Parties
Pedro Luiz Gomes da Silva
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Autoridade Coatora
Defesa
Impetrante
Ministério Público Federal
Ministério Público
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 incidência do princípio da insignificância
- 2 manutenção da prisão preventiva
- 3 aplicação do princípio da homogeneidade
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque a prisão preventiva foi suficientemente fundamentada pelas instâncias ordinárias diante do fumus commissi delicti e do periculum libertatis evidenciados pela habitualidade delitiva e múltiplas anotações e condenações por furtos, não estando presentes os requisitos cumulativos do princípio da insignificância (incluindo prova do valor dos bens), e sendo inadequado o revolvimento probatório ou a apreciação da homogeneidade no âmbito do habeas corpus.
Court Disposition
Ordem denegada
Orders
- Ordem denegada
- Publique-se
Full Case Text
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