HC 893159 - DECISAO
O relator não conheceu do habeas corpus por se tratar de remédio substitutivo de recurso próprio e, adstrito à verificação de flagrante ilegalidade de ofício, concluiu que não há constrangimento ilegal: a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base em elementos concretos (gravidade concreta, modus operandi, periculosidade e indícios de autoria) nos termos do art. 312 do CPP, e a alegação de excesso de prazo está prejudicada em razão do encerramento da instrução (alegações finais apresentadas), atraindo a Súmula 52/STJ; assim, não se justifica a revogação da custódia cautelar.
- Parties
- Paciente: ALBERTO HENRIQUE DE SOUSA RESENDE; Corréu: Daniel Juliano de Abreu Filho; Vítima: Acelino Pereira de Sousa; Vítima: Genivaldo Ferreira da Silva
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 August 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Monocrática Não Conhecimento Pelo Relator
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus (decisão monocrática)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Art. 312 Do CPP, Medidas Cautelares, Súmula 52/stj
Case Brief
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Parties
ALBERTO HENRIQUE DE SOUSA RESENDE
Paciente
Daniel Juliano de Abreu Filho
Corréu
Acelino Pereira de Sousa
Vítima
Genivaldo Ferreira da Silva
Vítima
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Monocrática Não Conhecimento Pelo Relator
Legal Issues
- 1 Preenchimento dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação/ manutenção da prisão preventiva
- 2 Alegação de excesso de prazo para a formação da culpa e aplicação da Súmula 52/STJ
- 3 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
O relator não conheceu do habeas corpus por se tratar de remédio substitutivo de recurso próprio e, adstrito à verificação de flagrante ilegalidade de ofício, concluiu que não há constrangimento ilegal: a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base em elementos concretos (gravidade concreta, modus operandi, periculosidade e indícios de autoria) nos termos do art. 312 do CPP, e a alegação de excesso de prazo está prejudicada em razão do encerramento da instrução (alegações finais apresentadas), atraindo a Súmula 52/STJ; assim, não se justifica a revogação da custódia cautelar.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus (decisão monocrática)
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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