RHC 202068 - DECISAO

RHC 202068 - DECISAO

O recurso foi denegado porque, em parte, a impetração constituía mera reiteração de argumentos já apreciados por órgão colegiado, o que impede o conhecimento pelo STJ; e, no mérito remanescente, a prisão preventiva restou devidamente fundamentada em fatos contemporâneos e concretos (gravidade do crime, modus operandi com restrição e agressão à vítima, condenação a 6 anos e probabilidade de reiteração delitiva), de modo que subsistem os requisitos dos arts. 312 e 313, I, do CPP, não havendo excesso de prazo que justifique a revogação da medida.

Parties
Recorrente: BRUNO DE SOUSA PADILHA; Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
30 August 2024
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça Decisão Denegatória
Legal Topics
Prisão Preventiva, Contemporaneidade Da Prisão Cautelar, Reiteração De Argumentos Em Habeas Corpus, Excesso De Prazo, Manutenção Da Prisão Na Sentença

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Parties

BRUNO DE SOUSA PADILHA

Recorrente

Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão

Recorrido

Procedural Posture

Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça Decisão Denegatória

  1. 1 Presença dos pressupostos para decretação/manutenção da prisão preventiva (fumus comissi delicti e periculum libertatis)
  2. 2 Exigência de contemporaneidade dos fatos que justificam a preventiva
  3. 3 Impedimento de conhecimento de habeas corpus por mera reiteração de matéria já decidida

Ratio Decidendi

O recurso foi denegado porque, em parte, a impetração constituía mera reiteração de argumentos já apreciados por órgão colegiado, o que impede o conhecimento pelo STJ; e, no mérito remanescente, a prisão preventiva restou devidamente fundamentada em fatos contemporâneos e concretos (gravidade do crime, modus operandi com restrição e agressão à vítima, condenação a 6 anos e probabilidade de reiteração delitiva), de modo que subsistem os requisitos dos arts. 312 e 313, I, do CPP, não havendo excesso de prazo que justifique a revogação da medida.