RHC 199795 - DECISAO
Mantém-se a prisão preventiva porque estão presentes prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria, bem como o perigo ao qual a liberdade do imputado expõe a ordem pública e a integridade físico-psíquica da vítima em razão do descumprimento de medidas protetivas; as medidas cautelares diversas seriam insuficientes; condições pessoais favoráveis do paciente não excluem a custódia cautelar; e a alegada desproporcionalidade frente à provável pena futura não pode ser apreciada antes da sentença.
- Parties
- Recorrente: JOSENILTON SANTANA DOS SANTOS FILHO; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 September 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgamento No STJ
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Protetivas De Urgência, Descumprimento De Medidas Protetivas, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Proporcionalidade Da Prisão Preventiva
Case Brief
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Parties
JOSENILTON SANTANA DOS SANTOS FILHO
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Órgão Julgador
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgamento No STJ
Legal Issues
- 1 Presença dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação da prisão preventiva
- 2 Aplicabilidade do art. 20 da Lei n. 11.340/2006 e do art. 313, III, do CPP em crimes de violência doméstica
- 3 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
Mantém-se a prisão preventiva porque estão presentes prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria, bem como o perigo ao qual a liberdade do imputado expõe a ordem pública e a integridade físico-psíquica da vítima em razão do descumprimento de medidas protetivas; as medidas cautelares diversas seriam insuficientes; condições pessoais favoráveis do paciente não excluem a custódia cautelar; e a alegada desproporcionalidade frente à provável pena futura não pode ser apreciada antes da sentença.
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