RHC 199329 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque as instâncias de origem demonstraram, com fundamentação concreta e com base no art. 312 do CPP, o risco à ordem pública e a reiteração delitiva em razão da reincidência específica, condenações anteriores e ações penais em curso, de modo que as medidas cautelares diversas da prisão foram consideradas inadequadas.
- Parties
- Agravante: CARLOS ANTONIO MACHADO ALVES; Agravante: JOSÉ REINALDO FLOR JUNIOR
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada (negado Provimento)
- Outcome
- Agravo regimental não provido
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Reincidência, Fundamentação Da Prisão Cautelar, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão
Case Brief
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Parties
CARLOS ANTONIO MACHADO ALVES
Agravante
JOSÉ REINALDO FLOR JUNIOR
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Compatibilidade da prisão preventiva com a presunção de inocência
- 2 Exigência de fundamentação concreta nos termos do art. 312 do CPP
- 3 Reiteração delitiva e risco à ordem pública como fundamento da prisão preventiva
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque as instâncias de origem demonstraram, com fundamentação concreta e com base no art. 312 do CPP, o risco à ordem pública e a reiteração delitiva em razão da reincidência específica, condenações anteriores e ações penais em curso, de modo que as medidas cautelares diversas da prisão foram consideradas inadequadas.
Court Disposition
Agravo regimental não provido
Orders
- Negado provimento ao agravo regimental
- Mantida a prisão preventiva dos recorrentes
Full Case Text
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