RHC 201711 - DECISAO
A Corte concluiu que a prisão preventiva foi suficientemente fundamentada com base em indícios de autoria, na gravidade concreta do fato (uso de arma branca e de fogo), na existência de condenação anterior por homicídio e no risco concreto de reiteração delitiva, de modo que a custódia cautelar é necessária para garantia da ordem pública, razão pela qual negou provimento ao habeas corpus.
- Parties
- Paciente/recorrente: JOSÉ MORAIS CATONHO; Oponente (parecer Pelo Não Provimento): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 September 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Medidas Cautelares, Periculosidade, Gravidade Concreta, Reincidência
Case Brief
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Parties
JOSÉ MORAIS CATONHO
Paciente/recorrente
Ministério Público Federal
Oponente (parecer Pelo Não Provimento)
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça (decisão)
Legal Issues
- 1 existência de fundamentação idônea para prisão preventiva
- 2 presença dos requisitos do art. 312 do CPP
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
A Corte concluiu que a prisão preventiva foi suficientemente fundamentada com base em indícios de autoria, na gravidade concreta do fato (uso de arma branca e de fogo), na existência de condenação anterior por homicídio e no risco concreto de reiteração delitiva, de modo que a custódia cautelar é necessária para garantia da ordem pública, razão pela qual negou provimento ao habeas corpus.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se.
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