RHC 193689 - ACORDAO
A manutenção da prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada nas instâncias ordinárias e pelo Tribunal de origem, porque há prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, além de elementos concretos do modus operandi (uso de perfil falso, planejamento e execução do homicídio) que revelam gravidade concreta e periculosidade suficientes para justificar a custódia visando à garantia da ordem pública; também não se comprovou a impossibilidade de o agravante receber tratamento de saúde na unidade prisional, e as matérias fático-probatórias não são passíveis de reexame na via estreita do habeas corpus, razão pela qual o agravo regimental foi desprovido.
- Parties
- Agravante: JOÃO VICTOR VICENTE DE OLIVEIRA; Parquet: MINISTÉRIO PÚBLICO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado Negado Provimento
- Outcome
- Agravo regimental desprovido; negado provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Homicídio Qualificado, Medidas Cautelares, Garantia Da Ordem Pública, Tratamento De Saúde Do Preso, Revisão Via Habeas Corpus
Case Brief
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Parties
JOÃO VICTOR VICENTE DE OLIVEIRA
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO
Parquet
Procedural Posture
Agravo Regimental No Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Legalidade e fundamentação da prisão preventiva
- 2 Insuficiência de medidas cautelares alternativas
- 3 Possibilidade de exame de matéria fático-probatória via habeas corpus
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada nas instâncias ordinárias e pelo Tribunal de origem, porque há prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, além de elementos concretos do modus operandi (uso de perfil falso, planejamento e execução do homicídio) que revelam gravidade concreta e periculosidade suficientes para justificar a custódia visando à garantia da ordem pública; também não se comprovou a impossibilidade de o agravante receber tratamento de saúde na unidade prisional, e as matérias fático-probatórias não são passíveis de reexame na via estreita do habeas corpus, razão pela qual o agravo regimental foi desprovido.
Court Disposition
Agravo regimental desprovido; negado provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
- Manter a prisão preventiva do agravante JOÃO VICTOR VICENTE DE OLIVEIRA.
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