RHC 203794 - DECISAO
A Corte manteve a prisão preventiva porque as instâncias ordinárias fundamentaram suficientemente a medida com base na gravidade concreta dos fatos e na periculosidade da paciente, o que indica risco à ordem pública e justifica a custódia nos termos do art. 312 do CPP e da jurisprudência do STJ; assim, medidas cautelares mais brandas foram consideradas insuficientes.
- Parties
- Paciente: MARIA FRANCISCA CARVALHO DE MACEDO; Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado do Piauí; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 October 2024
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Mérito
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Fundamentação Da Prisão, Medidas Cautelares Diversas, Garantia Da Ordem Pública, Gravidade Concreta, Periculosidade
Case Brief
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Parties
MARIA FRANCISCA CARVALHO DE MACEDO
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Piauí
Recorrido
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Mérito
Legal Issues
- 1 presença dos requisitos autorizadores da prisão preventiva previstos no art. 312 do CPP
- 2 fundamentação idônea do decreto prisional
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
A Corte manteve a prisão preventiva porque as instâncias ordinárias fundamentaram suficientemente a medida com base na gravidade concreta dos fatos e na periculosidade da paciente, o que indica risco à ordem pública e justifica a custódia nos termos do art. 312 do CPP e da jurisprudência do STJ; assim, medidas cautelares mais brandas foram consideradas insuficientes.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Publique-se e intimem-se.
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