RHC 206389 - DECISAO

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A manutenção da prisão preventiva foi justificada pelas instâncias ordinárias e pelo Tribunal por demonstrarem risco concreto de reiteração delitiva e periculosidade do agente (reincidência e maus antecedentes), a existência de drogas apreendidas e a possibilidade de comprometimento da instrução criminal, concluindo-se que as medidas cautelares diversas da prisão seriam insuficientes para resguardar a ordem pública, razão pela qual se negou provimento ao recurso em habeas corpus.

Parties
Impetrante: ANTONIO ILSON VALEJO MENEZES; Respondente: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL; Manifestante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
04 November 2024
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça; Decisão Denegatória (nego Provimento Ao Recurso)
Legal Topics
Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Reincidência, Ordem Pública, Garantia Da Instrução Criminal

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Parties

ANTONIO ILSON VALEJO MENEZES

Impetrante

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL

Respondente

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Manifestante

Procedural Posture

Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus No Superior Tribunal De Justiça; Decisão Denegatória (nego Provimento Ao Recurso)

  1. 1 existência dos requisitos autorizadores da prisão preventiva previstos no art. 312 do Código de Processo Penal
  2. 2 possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão
  3. 3 justificativa da prisão preventiva pela garantia da ordem pública e da instrução criminal

Ratio Decidendi

A manutenção da prisão preventiva foi justificada pelas instâncias ordinárias e pelo Tribunal por demonstrarem risco concreto de reiteração delitiva e periculosidade do agente (reincidência e maus antecedentes), a existência de drogas apreendidas e a possibilidade de comprometimento da instrução criminal, concluindo-se que as medidas cautelares diversas da prisão seriam insuficientes para resguardar a ordem pública, razão pela qual se negou provimento ao recurso em habeas corpus.