RHC 198460 - DECISAO
A prisão preventiva foi mantida porque há nos autos elementos concretos que demonstram a gravidade concreta da conduta e a periculosidade do agente, com maus antecedentes e outras ações penais em curso, inexistindo fatos novos aptos a autorizar a revogação ou a substituição por medidas cautelares diversas; portanto, a custódia é necessária para garantia da ordem pública.
- Parties
- Paciente: ELIAS ANTONIO DE FARIA DIAS; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 October 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares, Garantia Da Ordem Pública, Contemporaneidade Da Prisão, Gravidade Concreta, Periculosidade
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
ELIAS ANTONIO DE FARIA DIAS
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva
- 2 necessidade de custódia para garantia da ordem pública
- 3 possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
A prisão preventiva foi mantida porque há nos autos elementos concretos que demonstram a gravidade concreta da conduta e a periculosidade do agente, com maus antecedentes e outras ações penais em curso, inexistindo fatos novos aptos a autorizar a revogação ou a substituição por medidas cautelares diversas; portanto, a custódia é necessária para garantia da ordem pública.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment