HC 932129 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque as instâncias ordinárias demonstraram lastro probatório e imprescindibilidade da prisão preventiva com fundamento nos arts. 312 e 313 do CPP, na gravidade concreta das condutas e na periculosidade do agravante como operador financeiro de organização criminosa, tendo-se verificado a insuficiência de medidas cautelares alternativas e a manutenção da custódia durante toda a instrução, o que afasta a concessão do direito de recorrer em liberdade.
- Parties
- Agravante: MARCOS ANTONIO MARINHO BORJA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgado (negado Provimento)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo regimental
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Organização Criminosa, Lavagem De Capitais, Tráfico De Drogas, Medidas Cautelares, Direito De Recorrer Em Liberdade
Case Brief
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Parties
MARCOS ANTONIO MARINHO BORJA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgado (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Decretação e manutenção da prisão preventiva
- 2 Fundamentação idônea e lastro probatório exigidos pelo art. 312 do CPP
- 3 Insuficiência de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque as instâncias ordinárias demonstraram lastro probatório e imprescindibilidade da prisão preventiva com fundamento nos arts. 312 e 313 do CPP, na gravidade concreta das condutas e na periculosidade do agravante como operador financeiro de organização criminosa, tendo-se verificado a insuficiência de medidas cautelares alternativas e a manutenção da custódia durante toda a instrução, o que afasta a concessão do direito de recorrer em liberdade.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo regimental
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
- Nega-se ao réu o direito de recorrer em liberdade
Full Case Text
Judgment text and source record
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