RHC 207011 - DECISAO
A prisão preventiva foi mantida porque, em juízo de cognição sumária, verificou-se a presença dos elementos do art. 312 do CPP: indícios de autoria e prova da materialidade (fumus) e periculum libertatis configurado pela gravidade concreta do delito, pelo modus operandi (furto noturno, subtração de bens de alto valor e venda dos objetos) e pelo risco de reiteração evidenciado por ações penais e condenações anteriores; assim, as medidas previstas no art. 319 do CPP foram consideradas insuficientes para garantir a ordem pública, justificando a denegação da ordem em habeas corpus.
- Parties
- Paciente: Mariângela de Souza Santos; Autoridade Coatora: Juiz de Direito da 10ª Vara Criminal da Comarca de Salvador/BA; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado da Bahia
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 November 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Interposto Ao Superior Tribunal De Justiça Decisão Denegatória (nego Provimento Ao Recurso)
- Outcome
- nego provimento ao recurso
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Fundamentação Do Decreto Constritor, Garantia Da Ordem Pública, Risco De Reiteração Delitiva, Medidas Cautelares Diversas (art. 319 Cpp), Modus Operandi
Case Brief
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Parties
Mariângela de Souza Santos
Paciente
Juiz de Direito da 10ª Vara Criminal da Comarca de Salvador/BA
Autoridade Coatora
Tribunal de Justiça do Estado da Bahia
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Interposto Ao Superior Tribunal De Justiça Decisão Denegatória (nego Provimento Ao Recurso)
Legal Issues
- 1 existência de fundamentação idônea para a decretação da prisão preventiva
- 2 se o risco de reiteração delitiva e o modus operandi justificam a prisão cautelar
- 3 se medidas cautelares diversas seriam suficientes no caso concreto
Ratio Decidendi
A prisão preventiva foi mantida porque, em juízo de cognição sumária, verificou-se a presença dos elementos do art. 312 do CPP: indícios de autoria e prova da materialidade (fumus) e periculum libertatis configurado pela gravidade concreta do delito, pelo modus operandi (furto noturno, subtração de bens de alto valor e venda dos objetos) e pelo risco de reiteração evidenciado por ações penais e condenações anteriores; assim, as medidas previstas no art. 319 do CPP foram consideradas insuficientes para garantir a ordem pública, justificando a denegação da ordem em habeas corpus.
Court Disposition
nego provimento ao recurso
Orders
- Nego provimento ao recurso
- Publique-se
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