HC 959579 - DECISAO
Não se conheceu do habeas corpus porque não houve demonstração de flagrante ilegalidade capaz de autorizar o exame per saltum de matéria que não foi apreciada pelo Tribunal de origem (supressão de instância). Além disso, as decisões de primeiro e segundo graus fundamentaram suficientemente a prisão preventiva com base no art. 312 do CPP, apontando materialidade e indícios de autoria, risco concreto de reiteração delitiva vinculado a disputa por facções e antecedentes do paciente, o que torna inadequadas as medidas cautelares alternativas para o caso concreto.
- Parties
- Paciente: ANDREI ZACCANI MACIEL; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL; Acusado: MAICON MACHADO BERLITZ; Testemunha: Janine Thimotheo de Barros
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 November 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- não conhecido do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Reconhecimento Fotográfico, Supressão De Instância, Medidas Cautelares Alternativas, Periculum Libertatis, Fumus Commissi Delicti
Case Brief
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Parties
ANDREI ZACCANI MACIEL
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Autoridade Coatora
MAICON MACHADO BERLITZ
Acusado
Janine Thimotheo de Barros
Testemunha
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva decretada com fundamento no art. 312 do CPP
- 2 ilegitimidade/regularidade do reconhecimento fotográfico realizado sem observância do art. 226 do CPP
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares do art. 319 do CPP
Ratio Decidendi
Não se conheceu do habeas corpus porque não houve demonstração de flagrante ilegalidade capaz de autorizar o exame per saltum de matéria que não foi apreciada pelo Tribunal de origem (supressão de instância). Além disso, as decisões de primeiro e segundo graus fundamentaram suficientemente a prisão preventiva com base no art. 312 do CPP, apontando materialidade e indícios de autoria, risco concreto de reiteração delitiva vinculado a disputa por facções e antecedentes do paciente, o que torna inadequadas as medidas cautelares alternativas para o caso concreto.
Court Disposition
não conhecido do habeas corpus
Orders
- Cientifique-se o Ministério Público Federal
- Publique-se
Full Case Text
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