HC 949227 - DECISAO

HC 949227 - DECISAO

Não houve fundamentação concreta suficiente para manutenção da prisão preventiva após condenação que fixou regime semiaberto; em conformidade com a jurisprudência do STF e do STJ que considera a regra de incompatibilidade entre prisão preventiva e regime semiaberto salvo exceções, revogou-se de ofício a prisão preventiva e permitiu-se que o paciente aguarde em liberdade o trânsito em julgado.

Parties
Paciente: GUSTAVO DE SOUZA NUNES; Impetrado: Tribunal de Justiça do Estado da Bahia; Manifestante: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
18 December 2024
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão
Outcome
Não conheço do habeas corpus. Contudo, concedo a ordem, de ofício, para revogar a prisão preventiva imposta ao paciente.
Legal Topics
Prisão Preventiva, Regime Semiaberto, Requisitos Do Art. 312 CPP, Flagrante Ilegalidade, Trânsito Em Julgado

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Parties

GUSTAVO DE SOUZA NUNES

Paciente

Tribunal de Justiça do Estado da Bahia

Impetrado

Ministério Público Federal

Manifestante

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão

  1. 1 manutenção da prisão preventiva após sentença condenatória que fixou regime semiaberto
  2. 2 compatibilidade entre prisão preventiva e regime semiaberto
  3. 3 necessidade de fundamentação concreta para exceções à regra de incompatibilidade

Ratio Decidendi

Não houve fundamentação concreta suficiente para manutenção da prisão preventiva após condenação que fixou regime semiaberto; em conformidade com a jurisprudência do STF e do STJ que considera a regra de incompatibilidade entre prisão preventiva e regime semiaberto salvo exceções, revogou-se de ofício a prisão preventiva e permitiu-se que o paciente aguarde em liberdade o trânsito em julgado.

Court Disposition

Não conheço do habeas corpus. Contudo, concedo a ordem, de ofício, para revogar a prisão preventiva imposta ao paciente.

Orders

  • Revogar a prisão preventiva imposta ao paciente GUSTAVO DE SOUZA NUNES.
  • Permitir que o paciente aguarde em liberdade o trânsito em julgado de sua condenação.