HC 952498 - DECISAO
A ordem foi denegada porque a sentença de pronúncia e o decreto inicial indicaram fundamentos concretos (gravidade concreta do delito, modus operandi, apreensão de armas, risco de fuga e perturbação da ordem pública) que atendem aos requisitos do art. 312 do CPP e observam o art. 387, § 1º do CPP, de modo que a manutenção da prisão preventiva não configura constrangimento ilegal, estando a hipótese amparada por jurisprudência do STJ e STF.
- Parties
- Paciente: TIAGO ALVES PEREIRA; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA; Órgão Ministerial: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 January 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Mérito (ordem Denegada)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Sentença De Pronúncia, Homicídio Qualificado, Medidas Cautelares, Fundamentação Judicial, Habeas Corpus
Case Brief
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Parties
TIAGO ALVES PEREIRA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA
Órgão Julgador
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Mérito (ordem Denegada)
Legal Issues
- 1 ilegalidade da manutenção da prisão preventiva na sentença de pronúncia por ausência de fundamentação específica
- 2 possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão (art. 319 do CPP)
- 3 verificação dos requisitos do art. 312 do CPP (fumus commissi delicti e periculum in libertatis)
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque a sentença de pronúncia e o decreto inicial indicaram fundamentos concretos (gravidade concreta do delito, modus operandi, apreensão de armas, risco de fuga e perturbação da ordem pública) que atendem aos requisitos do art. 312 do CPP e observam o art. 387, § 1º do CPP, de modo que a manutenção da prisão preventiva não configura constrangimento ilegal, estando a hipótese amparada por jurisprudência do STJ e STF.
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