RHC 207571 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada e proporcional, pois a decisão de primeira instância demonstrou gravidade concreta da conduta, indícios de autoria e elementos probatórios (extração de dados de interceptação telefônica) indicando que o recorrente integra organização criminosa na função de "lojista", configurando risco de reiteração delitiva e insuficiência de medidas cautelares alternativas, nos termos do art. 312 do CPP; assim, negou-se provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Parties
- Recorrente: ARILDO BARBOSA DOS SANTOS FILHO; Paciente: OSMAR SLAWINSKI; Paciente: PAULO RICARDO NEVES MAZUREKI; Paciente: CRISTIANO DOS SANTOS DIAS; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 February 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão No Superior Tribunal De Justiça Recurso Ordinário Julgado (negado Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Organização Criminosa, Medidas Cautelares, Garantia Da Ordem Pública, Fundamentação De Decisões Judiciais
Case Brief
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Parties
ARILDO BARBOSA DOS SANTOS FILHO
Recorrente
OSMAR SLAWINSKI
Paciente
PAULO RICARDO NEVES MAZUREKI
Paciente
CRISTIANO DOS SANTOS DIAS
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão No Superior Tribunal De Justiça Recurso Ordinário Julgado (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva decretada
- 2 suficiência da fundamentação da prisão preventiva
- 3 adequação de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada e proporcional, pois a decisão de primeira instância demonstrou gravidade concreta da conduta, indícios de autoria e elementos probatórios (extração de dados de interceptação telefônica) indicando que o recorrente integra organização criminosa na função de "lojista", configurando risco de reiteração delitiva e insuficiência de medidas cautelares alternativas, nos termos do art. 312 do CPP; assim, negou-se provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
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