HC 951239 - DECISAO
A ordem foi denegada porque a manutenção da prisão preventiva encontra fundamentação concreta nos elementos indiciários constantes dos autos (quantidade e diversidade de entorpecentes apreendidos, armas e munições), o que, nos termos do art. 312 do CPP e da jurisprudência do STJ, justifica a custódia para resguardar a ordem pública e a instrução criminal; não houve fato novo que desconstituísse a decisão originária; a alegação de saúde não demonstrou desde logo a impossibilidade de tratamento no estabelecimento prisional; e a alegação de excesso de prazo não foi examinada pelo tribunal de origem, impedindo sua análise pelo STJ.
- Parties
- Paciente: EDUARDO PEIXOTO MARQUES; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 February 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória (superior Tribunal De Justiça)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Excesso De Prazo, Medidas Cautelares Alternativas, Prisão Em Flagrante, Saúde Mental Do Custodiado, Porte De Arma No Contexto De Tráfico
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Parties
EDUARDO PEIXOTO MARQUES
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória (superior Tribunal De Justiça)
Legal Issues
- 1 manutenção da prisão preventiva
- 2 fundamentação concreta da custódia cautelar
- 3 possibilidade de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque a manutenção da prisão preventiva encontra fundamentação concreta nos elementos indiciários constantes dos autos (quantidade e diversidade de entorpecentes apreendidos, armas e munições), o que, nos termos do art. 312 do CPP e da jurisprudência do STJ, justifica a custódia para resguardar a ordem pública e a instrução criminal; não houve fato novo que desconstituísse a decisão originária; a alegação de saúde não demonstrou desde logo a impossibilidade de tratamento no estabelecimento prisional; e a alegação de excesso de prazo não foi examinada pelo tribunal de origem, impedindo sua análise pelo STJ.
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